O Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos (CBCP) em breve poderá receber os prêmios da Loteria do Estado do Rio de Janeiro (LOTERJ) não reclamados pelos ganhadores. É o que determina o projeto de lei, de autoria do deputado Guilherme Schleder (PSD), que altera o artigo 1º da Lei nº 9.490, de 29 de novembro de 2021. Segundo o parlamentar, a lei tem por objetivo incentivar o desenvolvimento do paradesporto no Estado do Rio de Janeiro.
Publicidade das Bets
O cerco à publicidade das Bets chegou à Alerj. O deputado Felipinho Ravis (PP) protocolou esta semana projeto de lei que proíbe a propaganda de plataformas de apostas online em equipamentos e espaços públicos pertencentes ao Estado do Rio de Janeiro, incluindo praças e instalações de empresas concessionárias de serviços públicos.
Aluguéis de curta temporada
A deputada Renata Souza (Psol) entrou na polêmica sobre o excesso de imóveis com aluguel de curta temporada no Rio de Janeiro, sobretudo na Zona Oeste do Rio. Ela apresentou na Alerj projeto de lei que instituída a Política Estadual de Monitoramento da Hospedagem Digital – PEMHD, com a finalidade de subsidiar políticas públicas destinadas à proteção do direito à moradia, ao equilíbrio do mercado imobiliário residencial, ao desenvolvimento do turismo e à promoção da função social da cidade.
Prótese mamária
O deputado Val Ceasa (PRD) é um dos coautores da Lei 11.185/24, que obriga o Estado do Rio a fornecer gratuitamente próteses mamárias externas para mulheres mastectomizadas, com o objetivo de restaurar o equilíbrio do corpo e a autoestima das mulheres que passaram pelo procedimento. O autor original do projeto é o deputado Thiago Gagliasso (PL).
Hidrômetro dentro
A Alerj aprovou no último dia 6 de agosto o projeto de lei 2106/2023, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), que torna obrigatória a instalação ou reinstalação de hidrômetros pelas concessionárias de água no interior dos imóveis. A proposta veda qualquer instalação e/ou reinstalação destes aparelhos em vias públicas.
Loucura
“Eu, retaliar os americanos? Para acabar com o resto das exportações que nós temos e perder todos os investimentos americanos? Alguém com a cabeça sã falaria uma asneira dessa?”, de Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência, que agora tem 5% nas pesquisas de intenção de votos.
Buraco do Lula 21 bilhões
O governo Lula diz que o déficit fiscal na gestão de Ricardo Nunes (MDB) tem travado o aval para empréstimos de R$ 3,5 bilhões do BID e do Banco Mundial para eletrificar ônibus e ampliar a rede de saúde. Em 2025, a cidade de São Paulo teve um buraco de R$ 21,7 bilhões, e a situação deve se repetir em 2026. A Prefeitura acusou, em ofícios ao Senado e ao TCU, o governo de inércia por barrar o financiamento. A área econômica federal diz que o endividamento de SP ameaça a meta de déficit zero dos municípios.
Pediu emprestado 1
Conhecido no Planalto como o homem de recados de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, levou poucos meses para superar em ganhos os R$ 249 mil que admite ter tomado emprestado com Roberta Luchsinger, lobista amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, há anos na mira da Polícia Federal em investigação por supostos atos de corrupção atuando para o “Careca do INSS”. Entre janeiro e julho deste ano, Marcola ganhou R$ 294,1 mil como chefe de gabinete de Lula.
Pediu emprestado 2
Lula não usa celular próprio. Recados chegaram ao petista por meio de Marcola, que também empresta o aparelho para eventuais ligações. Além do generoso salário, margeando R$ 32 mil por mês, Marcola engordava os vencimentos com “verbas indenizatórias” e “remunerações eventuais”. Para “não ficar na chuva”, mesmo com o salário gordo, Marcola ainda garantiu jetons na Terracap, do Distrito Federal. Entrou na cota da União.
Marcola, 113 reuniões 1
O PT não consegue descolar Lula de Marcola, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o ex-chefe de gabinete do petista durante quase todo o atual mandato e afastado da campanha lulista após a PF descobrir depósitos na conta do auxiliar oriundos de Roberta Luchsinger. Marcola se reuniu ao menos 113 vezes com Lula no Planalto, no Alvorada e na Granja do Torto, conforme levantamento nos registros da agenda presidencial.
Marcola, 113 reuniões 2
O número pode ser maior, já que Lula costuma ter encontros fora da agenda, como em reuniões com Daniel Vorcaro. O dinheiro foi “empréstimo”, diz Marcola, que admitiu ter levado R$ 249 mil. Ele deixou a chefia do gabinete, partiu para cargo na campanha e já saiu de lá. Roberta é muito amiga de Lulinha. A PF apura se a dupla cometeu atos de corrupção atuando para o “Careca do INSS”. Por enquanto, são cogitações; nem indícios existem. A propósito: Roberta “emprestou” dinheiro para mais uma figura do Palácio do Planalto. Quem viver, verá — e logo.
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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.



