“… eu amo uma fofoca, mas hoje está complicado porque você liga para a amiga e conta que o cara largou a mulher por uma de 26 anos e que ele só vai pagar o condomínio de 14 mil e nem mais um tostão, porque a moça está grávida e quer ir morar em Miami e ele vai sumir daqui… mas, a sua amiga diz que a mulher do cara merecia ser largada e que a moça é um amor de pessoa, e que o cara merece ser feliz e eu estudei muito a obra do filósofo Friedrich Nietzsche, que dizia que “não há fatos, apenas interpretações”, ou seja, não existe fofoca e voltamos ao século XIX …”
UMA FESTA ANÔNIMA

Por exemplo: você tem uma amiga íntima que é bonita, culta, inteligente, rica, generosa, mas que detesta que encham o saco dela. Ora, todos nós aguentamos gente enchendo o nosso saco, mas ela não gosta de perder tempo e odeia qualquer pessoa que tire uma foto dela. Aliás, esse comportamento é comum entre os intelectuais e celebridades. Uma foto pode induzir ao erro de avaliação.




Eu tirei umas fotos ruins dessa festa. simplesmente porque estava todo mundo desanimado, ninguém se divertiu, tinha pouca comida, bebida fraquíssima, o som muito baixo (música só evangélica), enfim, estava claro na cara de todo mundo, que a festa flopou, não vingou, não rolou, não deu certo. Está claro? Por isso eu coloco algumas fotos sem legenda, com pessoas anônimas, na pista. Quem não foi a essa festa, não perdeu nada e não vai querer encher o saco de ninguém, ufa!

Na festa desanimada, essa moça sem ninguém para conversar, mas me disseram que ela é uma mulher famosíssima. Ela consegue emagrecer todas as elegantes do Rio: a Endocrinologista Lizanka Marinheiro. O certo seria eu facilitar isso e dar o celular dela porque o babado é que é difícil conseguir uma hora.









Aqui, os nomes dos fotografados da festa: Tereza Aczel, Suely Bedran, Márcia Veríssimo, Dra Lizanka Marinheiro, Rafael Icaza, Cesar Mello, Homero Icaza, casal Paulo Lomba, Maria Pia Marcondes Ferraz, Fernanda Linch, casal Edmar e Kátia Fontoura, Manuela Colombo, César Raposo, Creston Fernandes, Paulo Fraga, Marcelo Evaristo, Arthur Sendas, Advogada Tereza Avvad, Terapeuta Regina Ximenez, Sonia Simonsen.
O SUCESSO DO VILLA

Sentar no jardim da casa do Éder Meneghine na Ilha da Gigóia é um luxo. E o Luiz Villarino, além de ter um jornal, um programa de TV e um Bar, ainda manda e desmanda na casa do Éder. Foi lá que ele reuniu alguns poucos amigos para degustar um arroz de polvo maravilhoso e o delicioso Vinho Tinto de Chile Carmenere Gran Reserve.

Na casa do Éder, conhecí Baby Mancini, um troféu vivo da cultura LGBTQIA+. Ela é a mais antiga Miss Brasil Gay, ela abriu caminhos, mudou biografias, representa um legado importante no País, desde 1979. Ela tem uma carreira sólida como cabelereira em Juiz de Fora e levou para as passarelas da Europa, o glamour do transformismo brasileiro.


DE ÍNDIO A POPSTAR

Gosto de conversar com Aruanã, ele é da etnia Baré (o povo do Rio) e mora no Alto Rio Negro onde nasceu, neto de Madadá, inesquecível Cacique. Ele me conta que ninguém pode entrar na Floresta sem pedir permissão; o “encantado” leva as pessoas que não respeitam a natureza. Esse ano, sumiu um barco de luxo que custou dez milhões de reais, o espírito-guardião levou. Isso não é lenda, é verdade.

Aruanã mora numa casa feita de Itaúba (madeira de lei). Quando sai da Floresta, ele se transforma no famoso cantor e diretor de cinema Eric Max, que ganhou o Premio de Melhor Filme no Festival de Cinema da Amazonia. O curta “Quem vai nos proteger agora?” aborda temas como luto, abandono, memória e relações familiares. Eric também é compositor e acaba de lançar o single “Tatá Wasú”, disponível no Spotify, e suas músicas incorporam referências do funk, indie pop, boi-bumbá e música eletrônica. Um show total.
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