O ex-presidente Jair Bolsonaro ao lado dos filhos Flávio, Eduardo e Carlos / Crédito: Roberto Jayme/Ascom/TSE
*Por Paulo Marinho
Meu termômetro de teor político aponta que andando pelas ruas, lendo jornais, cartas de leitores, conversando com pessoas, principalmente, motoristas de táxi, colunistas, articulistas, aqueles que não leem, não escrevem e em ato contínuo, não falam bem, começo a perceber – parafraseando – saudoso João Saldanha, que “a vaca está indo para o brejo com chifre e tudo”.
Resumindo e relembrando: Jair Bolsonaro chegou ao poder em 2018, teve o Brasil nas mãos em termos de popularidade, para não ser leviano, uma pandemia deixou-o enfraquecido e a população até entendeu, daí cá, suas alianças políticas, brigas e repostas infelizes o levaram para um desgaste ao lado de uma fraca assessoria de imprensa que nunca era ouvida. Foi caminhando para o degredo ajudado por posicionamento e ilicitudes cometidas através do presidenciável Flávio Bolsonaro.
Como poucos sabem e muitos desconhecem estamos há menos de cinco meses das eleições marcadas para 5 de outubro, campo limpo, mas jogadores pesados e despreparados diante de uma torcida que não escreve, não lê, portanto, fala mal, mas presta uma atenção muito grande quando decide virar a chave. Flávio está dando mole o quarto mandato de Lula. Tem a seu favor denúncias do “filho do homem”, Lulinha, que também não é flor que se cheire.
Especializado em Futsal, outrora Futebol de salão, o locutor e apresentador Marcelo Rodrigues, aliás excelente, está de volta a TV Globo, de onde não deveria ter saído.
Estava escrito nas estrelas e por mim antecipado mês passado, aqui nesse espaço, que o ex-governador Claudio Castro, identificado pelos mais próximos de ” Pato novo”, não terá vida fácil daqui por diante. Busca e apreensão, faz parte do passado. Próximo passo: passaporte apreendido e prisão.
Assessores bons são aqueles que ficam longe dos candidatos observando – atentamente – e não ao lado dando pitacos. Mostram como Eduardo Paes pode ser surpreendido na sua corrida para chegar a comandar o governo do Estado.
Uma raposa felpuda respeitada por eleger candidatos e conhecer políticos do interior mandou um recado para assessoria de imprensa de Paes: “Diz para Eduardo que é fundamental visitar cidades e dormir, tomar café da manhã, almoçar, ficando pelo menos dois dias em cada cidade, fazendo a mesma coisa.
O povo de lá gosta destas manifestações. Rádios e jornais locais prestigiam, com visitas presenciais e outros belos gestos”. Estes relatos, pelo que percebo não foram incluídos na pauta de Eduardo Paes. E aí mora o perigo de uma não eleição
Ligo para Wellington Campos (Tupi, Itatiaia), ligo para Sergio Guimarães (Tupi, RBS), correspondentes de várias emissoras do Brasil, que cobrem com equilíbrio e inteligência, a CBF. Foi através deles que soube da convocação de Neymar para disputar a Copa 2026 (México- EUA- Canadá), no programa 100% Educação.
Por hoje é só. Professora CARMEN LÚCIA, do Amapá, um abraço. GILSSE CAMPOS, cautela, com o frio. DAVI ALCOLUMBRE, cuidado. Olho grande não entra na China. Por mais que você queira.
*Paulo Marinho é jornalista, apresentador do programa 100% Educação que vai ao ar segunda a sexta-feira, das 08 às 12h.
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