Municípios da Região Noroeste do estado se destacam na produção de café no Rio. Crédito: Reprodução
Tá certo que há quem diga que a bebida mais brasileira de todas é a cachaça. Mas você sabe qual a bebida mais consumida por aqui depois da água? Se você pensou no ponto de partida de toda manhã, acertou. E esta quinta-feira, 14 de abril, é dia de celebrar o cafezinho milagroso. É o Dia Internacional do Café.
Para celebrar a data especial, a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Seappa-RJ) destaca o trabalho dos produtores desse grão que faz parte da cultura nacional e fluminense.
No estado do Rio de Janeiro, 80% da produção vem do Noroeste do estado, com destaque para os municípios de Varre-Sai, Porciúncula e Bom Jesus do Itabapoana. A produção do grão é uma das principais fontes de renda da população das cidades desta região.
A Secretaria de Agricultura desenvolve um programa contínuo de fortalecimento da cadeia produtiva do grão através da promoção de capacitação aos produtores nas mais modernas técnicas de plantio, manejo, colheita e pós colheita, justamente em busca da melhora da qualidade do produto.
“A pasta através da vinculada, Emater-Rio, tem dado todo suporte aos cafeicultores fluminenses. Nosso intuito é valorizar cada vez mais essa cultura, através da capacitação e elaboração de trabalhos técnicos que possam levar ao aumento da qualidade do café fluminense”, afirma o secretário de Agricultura, Alex Grillo.
De acordo com dados da Emater-Rio, a produção total colhida no estado em 2021 foi de aproximadamente 223 mil sacas, envolvendo 2.513 produtores, com faturamento de R$ 151,6 milhões.
O gerente técnico regional de culturas da região Noroeste da Emater-Rio, Gustavo Polido, ressalta que o crescimento da cafeicultura na região é fruto do trabalho realizado para o desenvolvimento da cadeia produtiva.
“Realizamos diariamente visitas as propriedades e atendimentos no escritório, dentre muitas outras metodologias de extensão rural como, dias de campo, cursos, capacitações, excursões técnicas, concursos de qualidade de café, dentre muitas outras. No ano de 2021, por exemplo, contamos com a primeiras mostras de qualidade de cafés da região serrana, II concurso de cafés especiais de Porciúncula e o V concurso de cafés especiais do estado do Rio de Janeiro, onde tivemos recorde de pontuação nos cafés finalistas esses concursos contaram com a participação da Emater-Rio e demais parceiros”, explica o gerente técnico.
Polido destaca ainda o papel do Selo de Qualidade do Estado do Rio de Janeiro, que se apresenta como uma grande oportunidade para o cafeicultor ser certificado com o selo Ouro, Prata ou Bronze, a depender da qualidade do produto.
Para obtenção do selo o produtor precisa se adequar a alguns critérios, como: rastreabilidade do produto, adequação ambiental da propriedade, adequação social e trabalhista e também a qualidade da bebida.
“Nosso principal objetivo é a expansão da área cafeeira, aumento da produtividade, implantação de variedades modernas, resistentes a pragas e doenças e principalmente a melhoria da qualidade da bebida. Todo esse trabalho vem sendo realizado pelos técnicos da Emater-Rio e contamos também com muitos parceiros que juntos fortalecem a cadeia produtiva do café”, complementa.
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