Estufas comunitárias, documentação básica e valorização cultural estão entre os destaques da ação. (Foto: Divulgação)
Com foco na transformação de comunidades vulneráveis do interior do Estado, a terceira edição do projeto Agricultura Social atendeu mais de 200 pessoas no último sábado (26), na comunidade de São Pedro do Paraíso, em Italva, no Norte Fluminense. A iniciativa é do Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Agricultura (SEAPA) e da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSODH).
Com uma abordagem intersetorial e inovadora, o projeto busca integrar desenvolvimento rural e inclusão social. Os serviços oferecidos vão desde a emissão de documentos básicos até capacitação técnica, oficinas temáticas, atividades culturais e educação ambiental para crianças. A proposta é fortalecer comunidades rurais e oferecer oportunidades de geração de renda de forma sustentável.
“Para poder realmente assistir a população em situação de vulnerabilidade, com todas as suas complexidades, é preciso muito planejamento e parceria. O trabalho integrado das secretarias fortalece a política pública e fomenta o desenvolvimento por onde passa”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Rosangela Gomes.
A escolha dos municípios segue critérios sociais e estruturais. Ao todo, 14 cidades serão contempladas nesta primeira etapa do programa.
Entre os destaques desta edição estiveram a encenação da música “Pérola Negra” e apresentações da banda marcial e do tradicional Boi Malandro. Também houve participação do grupo da terceira idade com a Dança da Peneira e atividade física conduzida por educadores locais.
Uma das marcas do projeto é a instalação de estufas comunitárias de 96m², voltadas à produção agrícola sustentável. As estruturas funcionam como núcleos de capacitação prática e apoio à segurança alimentar. Além disso, foram oferecidos treinamentos técnicos com apoio da Pesagro-Rio, distribuição de mudas, biofertilizantes, análise de solo e água e orientação jurídica e sanitária.
“Por meio da união entre políticas sociais e agrícolas, conseguimos levar acesso à cidadania, saúde, conhecimento técnico e oportunidades de geração de renda a quem mais precisa”, destacou o secretário de Agricultura, Dr. Flávio Ferreira.
A Secretaria de Desenvolvimento Social também ofereceu oficinas sobre alimentação e empreendedorismo social, apoio psicológico e nutricional, além de atividades educativas para crianças.
O projeto prevê o acompanhamento dos territórios após cada edição, para garantir que as ações implantadas tenham continuidade e impacto a longo prazo. Além de promover a inclusão produtiva, o Agricultura Social estimula o consumo consciente, a valorização cultural e o fortalecimento das cadeias produtivas locais.
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