O deputado Marcio Canella está preso.
A Mesa Diretora da Alerj acompanha de perto os desdobramentos da prisão do deputado eleito Márcio Canella (PL), o segundo mais votado do Estado. Canela foi preso semana passada e pode não ter sua eleição confirmada pelo TRE, com recontagem dos votos. Se isso acontecer, o resultado das eleições muda, com novos eleitos e derrota de alguns outros. Se Canella for confirmado como eleito, caberá à Mesa Diretora decidir se dará posse a ele ano que vem, mesmo ele estando preso, ou se vai convocar um suplente para assumir a vaga.
A Câmara Municipal do Rio começou a discussão esta semana do orçamento municipal para o exercício financeiro de 2027. A estimativa do governo, incluída no projeto de lei, é de uma receita orçamentária em R$ 55,218 bilhões, sendo R$ 41,299 bilhões referentes ao Orçamento Fiscal e R$ 13,919 bilhões ao Orçamento da Seguridade Social. Vereadores poderão propor emendas e alterações à proposta.
A Prefeitura do Rio mal começou a cobrança de estacionamento rotativo, através do aplicativo Jaé, e já surge projeto de lei na Câmara Municipal isentando diversas categorias profissionais da cobrança. Assinado pelo vereador Fernando Armelau (PL), o projeto isenta da cobrança advogados, agentes de segurança e professores. Só falta outro vereador incluir emenda isentando também políticos e seus familiares.
O deputado Rafael Picciani (União), através de projetos de lei protocolados na Alerj, defende a criação de programas estaduais de vacinação contra a pneumonia e contra o Vírus Herpes Simplex e Varicela Zóster. A proposta ainda será votada em plenário.
A Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Elerj) está completando 25 anos de fundação. Ela é voltada à formação de servidores públicos e à educação para a cidadania. A Elerj recebeu 15 mil alunos e alcançou 78 municípios do estado. No período, realizou cerca de 1.300 atividades, entre cursos de capacitação, seminários e conferências, parte delas voltada às câmaras municipais, e ofereceu dez cursos de pós-graduação.
No ano que vem o Congresso Nacional, que inclui a Câmara dos Deputados e o Senado, em Brasília, terá a maior bancada feminina de sua história: 18 senadoras (22% do Senado) e 109 deputadas federais (21% da Câmara). Para comparação, a atual legislatura começou em 2023 com 11 senadoras e 91 deputadas.
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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
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