Plenário da Alerj. Crédito: Divulgação
Com poucas disputas nos últimos anos, a eleição para presidente da Alerj, em fevereiro, promete uma competição acirrada. O deputado Anderson Moraes (PL) surge como favorito e teria, inclusive, o apoio do governador eleito e atual presidente da Casa, deputado Douglas Ruas (PL). Mas a bancada do governo tem outros pretendentes, entre eles um nome forte, o deputado Guilherme Delaroli, atual vice-presidente, que já presidiu a Casa interinamente. A eleição para presidente ocorrerá na primeira sessão plenária do ano, logo depois da posse dos parlamentares.
A novidade na eleição para a presidência da Alerj é que a oposição, pela primeira vez em, tem um nome forte. O deputado André Ceciliano (PT), que já presidiu a Alerj, tem interesse em disputar o cargo novamente. Fontes da Casa garantem que Ceciliano tem apoio até de deputados da bancada governista. Ou seja, os bastidores da Alerj estarão movimentados durante todo o recesso parlamentar.
A Alerj poderá votar em breve o projeto de lei que institui o Programa Estadual de Formação e Contratação de Cuidadores Domiciliares. Segundo o autor da proposta, o deputado Renato Miranda (PL), o objetivo é promover a qualificação profissional e a inserção no mercado de trabalho de cuidadores que prestem assistência, no domicílio, a pessoas idosas, a pessoas com deficiência e a pessoas com doenças crônicas ou em situação de dependência temporária ou permanente.
Tramita na Alerj de lei que prevê isenção nos ônibus interestaduais para para alunos do ensino fundamental e médio da rede pública estadual de ensino, para as pessoas portadoras de deficiência e portadoras de doença crônica de natureza física ou mental que exijam tratamento continuado e cuja interrupção no tratamento possa acarretar risco de vida, e dá outras providências. O autor da proposta é o deputado Danniel Librelon
O Papa Leão XIV, que ainda não veio ao Brasil depois da beatificação, recebeu, no Vaticano, o título de cidadão carioca e a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, uma das principais honrarias concedidas pela Câmara Municipal do Rio. A entrega foi feita pelo vereador Márcio Santos, que viajou a Roma para participar do encontro com o líder da Igreja Católica.
Quando os senadores recém-eleitos tomarem posse, em fevereiro, o PL passará a ostentar a maior bancada de um único partido na história recente do Senado. Dos 81 parlamentares, 29 pertencerão ao partido — 36% da Casa. Desde a promulgação da Constituição de 1988, que definiu as regras eleitorais modernas, nenhum partido chegou ao início de uma com uma bancada de senadores tão numerosa.
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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
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