O deputado Rodrigo Amorim (União)
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj, deputado Rodrigo Amorim (União), anunciou que está sendo desenvolvido, por seu gabinete, um documento com resumo e possíveis estratégias para cada concurso público antigo que ainda não fez a convocação dos candidatos excedentes, como o da Seap, de 2012. Segundo ele, o objetivo é uniformizar as informações dos certames.
A CCJ da Alerj também deu sinal verde para que a alíquota diferenciada do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) seja estendida de três para cinco anos para veículos de locadoras no Estado do Rio de Janeiro. O autor da proposta, o deputado Carlinhos BNH (PP), argumenta que a extensão do prazo beneficia as empresas de locação de várias maneiras: reduz custos operacionais, amplia o retorno sobre o investimento e melhora a gestão financeira das frotas.
Tramita na Alerj o projeto de lei, de autoria do deputado Renan Jordy (PL), que cria novo programa de Artes Marciais para promover o esporte de combate no estado. A iniciativa, segundo o parlamentar, visa não apenas fomentar a categoria, mas também promover a formação e capacitação de profissionais e instrutores de lutas e artes marciais.
O deputado Vitor Junior (PDT) preside a Frente Parlamentar de Defesa dos Clubes Sociais e Esportivos do Estado do Rio de Janeiro. A criação da Frente foi aprovada na Alerj e vai abordar a defesa dos clubes e de suas sedes, como grandes protagonistas no fomento ao esporte, à cultura, ao lazer e à integração da sociedade em todo o Estado.
A Alerj aprovou o projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a fornecer gratuitamente assistência médica e medicamentos a agentes de segurança pública quando o problema de saúde for decorrente do exercício da função. De autoria dos deputados Júlio Rocha (Agir) e Índia Armelau (PL), o projeto abrange policiais militares, civis e penais, bombeiros militares e agentes de segurança socioeducativos.
A estadia de Lula e Janja no esplendoroso Intercontinental Paris Le Grand, na capital francesa, seguiu o padrão de luxo e habitual gastança do casal, utilizando-se de dinheiro do contribuinte. Só a hospedagem custou R$ 1,22 milhão. O hotel tem padrão de altíssimo luxo, com a exclusiva Suíte Eugénie, de 229 metros quadrados, cozinha privativa, quatro quartos e vista para a Opera Garnier, fundada em 1669 por Luis XIV. Na caravana de Lula a Paris estavam oito ministros, três senadores, quatro deputados e quatro assessores.
A Suíte Eugénie é um duplex com mobiliário inspirado em um espaçoso apartamento parisiense. As camas são king size, todas com lençóis egípcios e até “menu de travesseiro”, onde o casal presidencial escolheu o tipo que quis. Lula já ficou lá em 2023: foram dois dias por conta do pagador de impostos. A fatura na época, ficou R$ 728 mil. Detalhe: Emmanuel Macron tratou Lula com todas as honrarias, mas não quis saber do Mercosul.
Lula tem o governo mais gastador de todos os tempos e custa mais caro sempre que se agrava sua reprovação nas pesquisas. Deverá custar aos brasileiros, até o final do ano, mais de R$ 100 bilhões em “gastos excedentes ao equilíbrio primários das contas”, excluindo encargos da dívida e os R$ 169 bilhões da “PEC Fura Teto”. São dados comentados pelo economista Paulo Rabello de Castro, ex-IBGE e ex-BNDES. Também estão excluídos dos cálculos toda a conta de juros ou chegaria a R$ 1,5 trilhão. Nos quatro primeiros meses de 2025, o “custo Lula” fechou em R$ 72,5 bilhões.
A primeira-ministra Giorgia Meloni não deverá ser afável na extradição de Carla Zambelli porque a deputada brasileira tem cidadania italiana. A Itália não esquece o “asilo” de Lula a Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua por executar críticos da esquerda. A Itália tem tradição de não extraditar nacionais, como no caso do banqueiro Salvatore Cacciola, condenado a 13 anos. Ele só foi preso sete anos depois, quando resolveu curtir Monte Carlo. O petista Henrique Pizzolatto, condenado a 12 anos, fugiu para Itália com passaporte do irmão. Foi extraditado por usar documentos falsos.
Depois de punir o ex-juiz da Lava Jato no Rio, Marcelo Bretas, com aposentadoria compulsória, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encaminhou ofício à Advocacia-Geral da União solicitando ao órgão que, judicialmente, cancele os proventos do magistrado. A punição aplicada inicialmente garante a Bretas salário e benefícios proporcionais ao tempo de serviço. E Bretas também está enfrentando obstáculos para retornar à advocacia. Não há precedente para essa punição-extra. A manutenção do salário é prevista pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional de 1979.
Quer receber esta e outras notícias diretamente no seu Whatsapp? Entre no nosso canal. Clique aqui.
A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
Entre os dias 21 e 24 de maio, a cidade de Teresópolis, na Região Serrana,…
Linhas, tecidos e criatividade têm se transformado em oportunidade de renda para mulheres atendidas pelos…
A Prefeitura de Resende, no Sul Fluminense, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e…
A cidade de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, será palco da 12ª edição…
Por Nelson Lopes Eduardo Paes observa com tranquilidade os recentes fatos que mostram Flávio Bolsonaro…
Por Marcos Vinicius Cabral O Hotel Fairmont Copacabana, na capital fluminense, foi palco, nesta quinta-feira…