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André Ceciliano quer voltar à presidência da Alerj

A coluna Capital Político destaca a intenção do candidato do PT de voltar a comandar a casa do Legislativo fluminense.

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20 de agosto de 2026
André Ceciliano quer voltar à presidência da Alerj
O ex-presidente da Alerj André Ceciliano (PT). Crédito: Otacilio Barbosa / Alerj

O ex-presidente da Alerj André Ceciliano (PT) tenta nas eleições deste ano reassumir o mandado na Alerj. Ele não esconde de ninguém que, se for eleito, pretende lutar para reassumir a presidência da Casa. Ceciliano é puxador de legenda do PT e tem aberto caminhos para o candidato a governador Eduardo Paes em boa parte da Baixada Fluminense. A administração dele foi considerada uma das melhores do Legislativo fluminense.


Nome novo

Mas mal começou a campanha eleitoral e o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, lançou a pré-candidatura do deputado Guilherme Schleder (PSD) à presidência da Alerj. Tá claro que Cavaliere acredita que Eduardo Paes (PSD) será eleito governador e que Schleder se reelegerá. Mas, como diz o antigo ditado, não é hora de colocar a carroça na frente dos bois.


Medidas contra o uso de anabolizantes

Projeto de lei, assinado pelo deputado Guilherme Delaroli (PL), cria a Política Estadual de Conscientização e Prevenção ao Uso Indevido de Esteroides Anabolizantes e Substâncias de Ação Anabolizante. O parlamentar argumenta que a iniciativa é para promover a saúde pública, prevenir agravos decorrentes do uso inadequado dessas substâncias e estimular a prática esportiva segura.


Incentivo ao turismo

O Festival Gastronômico “O Gosto de Agosto”, que acontece em Petrópolis durante todo o mês, reunindo dezenas de restaurantes de diferentes bairros em um circuito de menus temáticos, foi uma iniciativa da Alerj, através da Lei 9.811/22, que instituiu a Política Estadual de Incentivo e Desenvolvimento do Turismo no Rio de Janeiro.


Disputa no Senado

As eleições de 2026 têm 314 pessoas na disputa pelas 54 vagas do Senado, média de 5,8 candidatos por cadeira. A maior parte dos concorrentes é formada por homens, brancos, casados, com ensino superior completo e com pelo menos 50 anos de idade, de acordo com levantamento feito a partir dos dados de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Boa Fux

“Nem esperem do Judiciário uma decisão determinando uma garantia, nem empurrando o cavalo para beber água, nem abrindo a boca dele”, de Luiz Fux, ministro do STF, avisando que não dará uma canetada para forçar o Tesouro a ser fiador de empréstimo para o BRB.


O mala do Lula

A história é quase certa: não vai se repetir sob a forma de farsa, como diria Karl Marx. Se não ocorrer um fato inusitado, Haddad perde novamente. Seu destino já estaria traçado: em caso de reeleição de Lula, assumiria a Casa Civil; a aposta no próprio PT retornaria à Fazenda. Tarcísio aparece com 50,6% das intenções de voto na disputa pelo governo de São Paulo. O resultado mostra uma vantagem de 17 pontos sobre Fernando Haddad, que registra 33,6% das intenções. Ou seja: Tarcísio pode liquidar no primeiro turno.


Não terá grande renovação de deputados em Brasília

Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) aponta que 448 dos 513 deputados federais vão tentar a reeleição neste ano, número recorde. O patamar é um pouco maior que o de 2022, quando 446 parlamentares disputaram. Os dados mostram, segundo o estudo, tendência de baixa renovação na Câmara dos Deputados.


Mais uma figura encrencada com Lula

Mais uma figura próxima de Lula aparece envolvida com António Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, que se encontra preso na Papuda por determinação do ministro André Mendonça, relator do caso no STF. O nome é Swedenberger Barbosa, o “Berge” (ou Berger), atual secretário particular do presidente no Gabinete Pessoal do Planalto. A PF recebeu de um colaborador mensagens de WhatsApp do “Careca”, em que ele menciona repetidamente o então secretário-executivo do Ministério da Saúde. Em 2024, o lobista encaminhou um recado de que “Berger já está com aquela orientação na mão”. Berger era próximo de Roberta Luchsinger, que fazia pagamentos para Marcola, ex-chefe do Gabinete Pessoal de Lula. Lula mantém Berger e aguarda apurações.


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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.

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