Sul Fluminense

Barra Mansa debate apoio a crianças com TEA

A Secretaria da Pessoa com Deficiência de Barra Mansa, no Sul Fluminense, realizou, nesta terça-feira (24), uma reunião intersetorial com o objetivo de articular ações voltadas à ampliação da assistência às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculadas na rede municipal de ensino. O encontro ocorreu no gabinete da secretária da pasta e vice-prefeita Luciana Alves.

Participaram representantes da Secretaria da Pessoa com Deficiência, das Secretarias de Educação e de Assistência Social e Direitos Humanos, do Núcleo de Apoio à Pessoa com Deficiência e ao Idoso e da Associação Autismo SuperAção (AASA). A proposta foi fortalecer o diálogo entre o poder público e a sociedade civil organizada para aprimorar o atendimento especializado, ampliar o suporte às famílias e integrar os serviços oferecidos pelas diferentes áreas.

Iniciativas para garantir um acompanhamento mais eficiente em Barra Mansa

Durante a reunião, foram debatidas iniciativas para garantir um acompanhamento mais eficiente e humanizado às crianças com TEA, com foco na integração das políticas públicas. Luciana Alves destacou a importância da atuação conjunta entre os setores e da conscientização sobre o tema. Segundo ela, os relatos das mães presentes contribuem para ampliar o diálogo e orientar ações como capacitações e melhorias nos processos. A vice-prefeita afirmou ainda que a união entre Educação, Secretaria da Pessoa com Deficiência, Assistência Social e entidades da sociedade civil é fundamental para garantir direitos e dignidade às crianças e suas famílias.

O subsecretário da Pessoa com Deficiência, Lucas Alves, ressaltou que a construção coletiva das políticas públicas permite uma visão mais ampla das demandas e a formulação de ações mais eficazes, com foco no fortalecimento da rede de apoio e na qualidade do atendimento.

Já a diretora estratégica da Secretaria de Educação, Ângela da Costa Soares, informou que os professores da rede municipal passam por um processo de formação voltado ao atendimento de alunos com TEA. Ela destacou a importância de um olhar inclusivo em todos os segmentos educacionais e do diálogo permanente com as famílias para promover uma educação mais inclusiva.


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