Número de transporte de cargas cresceu 10% no galeão
A regulação dos voos do espaço aéreo do Rio já tem impactos positivos. O Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, na capital fluminense, espera fechar 2024 com novo recorde no valor transportado de cargas, ultrapassando a marca de US$ 12 bilhões, com crescimento de 10% em relação a 2023.
Parte das linhas nacionais que operavam no Santos Dumont passou para o Galeão, levando mais passageiros e podendo atrair novas rotas internacionais, que são usadas para operações com cargas no comércio exterior.
A falta de regulação no espaço aéreo do Rio, política imposta pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) há mais de dez anos, quase leva o Galeão à falência. Mas, desde 2021, um movimento unindo vários setores do Rio se formou em defesa do aeroporto, obtendo a vitória no Governo Lula, em 2023.
Até o ano passado, 80% da malha doméstica de origem e chegada no Rio estava concentrada no Santos Dumont. Este ano, com a vigência plena da nova regulação, 70% dos voos locais já estão no Galeão e 30%, no Santos Dumont.
Com isso ganha a economia do Rio, pois o aumento do volume de cargas no Galeão diminui o valor do frete e beneficia as empresas que precisam operar com o transporte aéreo de produtos. O frete para encomendas com origem nos Estados Unidos ficou 25% mais barato nos dois primeiros meses do ano, comparando com o mesmo período de 2023. A retomada de rotas pela Delta, que estabeleceu voos regulares para Atlanta e uma rota sazonal para Nova York, no fim de 2023, contribuiu para a redução das tarifas.
Segundo a concessionária RioGaleão, o Galeão disputa mercado com os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e de Cumbica, em Guarulhos, ambos em São Paulo. O terminal carioca recebe cerca de 30% das importações do Estado. As remessas atendem a diferentes setores da economia, como o de reparos de avião, o farmacêutico, o de máquinas e equipamentos e a indústria de óleo e gás.
O Aeroporto Internacional do Galeão é administrado pela RioGaleão desde 2014, empresa controlada pela Changi Airports, de Cingapura, que detém 51% de participação na concessionária. Os 49% restantes estão com a Infraero.
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