Seminário internacional sobre transição energética foi realizado no centro de convenções da Firjan.
Líderes do setor público e privado se reuniram no Seminário Internacional da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE) para discutir a importância da infraestrutura na transição energética. O objetivo do encontro, que aconteceu no Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), na capital fluminense, é impulsionar investimentos no Brasil e na América Latina. O seminário contou com a participação de 120 líderes da cadeia de valor da infraestrutura dos setores governamental, privado e associações setoriais.
Mauro Viegas, presidente do Conselho Empresarial de Infraestrutura da Firjan e um dos fundadores da ABCE, destacou a importância do encontro. “A intenção é gerar propostas e ideias sobre esses temas cruciais para o desenvolvimento da engenharia consultiva e para o crescimento do país. Por isso temos especialistas de áreas governamentais, além de estudiosos em infraestrutura do BNDES, da Fundação Getulio Vargas, entre outras instituições”, afirmou Viegas, que já presidiu a ABCE.
A importância de incorporar a consultoria de engenharia ao processo de transição energética também foi destaque em falas de outros representantes da entidade. “É necessário estarmos junto de todos os players neste momento em que nos deparamos com novas tecnologias, criando um diálogo com quem traz a experiência internacional, fortalecendo a consultoria no Brasil”, disse Henrique de Aragão, presidente da ABCE e da Federação Panamericana de Associações de Consultores de Engenharia (Fepac).
Secretária de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Andrea Macera afirmou que ainda é preciso aprimorar marcos regulatórios para a aplicação de investimentos em inovação estrutural. Segundo ela, até 2050, o país deve ter R$ 8,6 trilhões em investimentos nessa área.
“Como alternativa ao cenário de restrição econômica, é preciso adotar formas de financiamento e de garantia dos projetos de infraestrutura, com ampliação de acesso ao crédito. Também é preciso aprimorar marcos regulatórios de setores específicos estruturais, estimulando investimentos em, por exemplo, navegação hidroviária, que hoje aproveita menos da metade dos 42 mil quilômetros de vias navegáveis, representando apenas 5,3% da matriz de transportes brasileira”, afirmou.
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