Baixada Fluminense

Casa do Professor oferece formação em Nova Iguaçu

A Casa do Professor, mantida pela Secretaria Municipal de Educação de Nova Iguaçu (Semed), Baixada Fluminense, promove atividades de formação continuada para educadores da rede municipal. Em 2026, o espaço realizou seis cursos, 14 visitas culturais, 17 palestras e 21 oficinas, com participação de mais de mil profissionais, segundo a pasta.

A programação inclui encontros sobre educação e cotidiano escolar, além de atividades que aproximam os professores de temas culturais, sociais e contemporâneos. A iniciativa foi destacada pela secretaria por ocasião do Dia do Professor, celebrado em 15 de outubro.

De acordo com a secretária municipal de Educação, Virgínia Rocha, as ações buscam ampliar o acesso dos educadores ao conhecimento e oferecer ferramentas para os desafios da sala de aula. “A formação continuada é fundamental para que nossos profissionais possam ampliar seus repertórios, refletir sobre suas práticas e encontrar novos caminhos para os desafios da sala de aula”, afirmou.

Oficinas e visitas culturais integram a programação na Casa do Professor

As atividades abrangem cursos, palestras, oficinas, rodas de conversa e visitas a museus, exposições e centros culturais. Educação inclusiva, práticas pedagógicas, tecnologia, leitura e relações humanas estão entre os temas que podem integrar os encontros.

Segundo a diretora da Casa do Professor, Renata das Neves, responsável pelo planejamento das ações, a diversidade da programação busca proporcionar diferentes experiências de aprendizagem e estimular a troca entre os educadores. “A formação não precisa acontecer somente dentro de uma sala de aula. Uma palestra, uma conversa com outro profissional ou uma visita cultural também podem provocar reflexões e trazer novos conhecimentos para a prática pedagógica”, disse.

A professora Isabela Rocha, da Escola Municipal Janici Ferreira Maia, participou da Oficina de Alfabetização e Consciência Fonológica. Segundo ela, a atividade apresentou estratégias que passaram a contribuir para seu trabalho com turmas de 1º e 2º anos. “Mesmo já utilizando o método fônico com as turmas de 1º e 2º anos, a formação trouxe novas estratégias para desenvolver a escuta, o reconhecimento dos sons e as relações grafofônicas, tornando o processo de leitura e escrita mais leve e significativo”, relatou.

De acordo com a Semed, a proposta é manter a qualificação dos profissionais ao longo da carreira. Além dos conteúdos apresentados por especialistas e convidados, os encontros abrem espaço para o compartilhamento de experiências dos próprios professores da rede.


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