Capital

Caso de gripe aviária no BioParque do Rio é confirmado

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro confirmou, na quarta-feira (23), um caso de gripe aviária. A presença do vírus da Influenza Aviária (H5N1) foi identificada em aves do BioParque do Rio, localizado na Quinta da Boa Vista, na capital. O diagnóstico foi feito pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária, com sede em Campinas (SP).

Segundo a Superintendência de Defesa Agropecuária Estadual, o caso envolve galinhas-d’Angola, e todas as medidas sanitárias cabíveis foram acionadas para conter a disseminação do vírus. A área onde estavam os animais infectados, conhecida como savana, foi isolada e permanecerá em quarentena por 14 dias. Durante esse período, o acesso de visitantes está suspenso nessa região, mas as demais áreas do BioParque estão liberadas para o público.

O secretário estadual de Agricultura, Dr. Flávio, reforçou a importância da vigilância contínua. “A confirmação do caso reforça a importância do trabalho permanente da equipe de Defesa Agropecuária na vigilância ativa e resposta imediata. Seguimos trabalhando com responsabilidade e em total alinhamento com os órgãos federais”, afirmou.

Secretaria de Estado de Saúde está atuando no caso de gripe aviária

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) também está atuando no caso. Desde o dia 17 de julho, monitora 15 funcionários do parque que tiveram contato direto com as aves. O acompanhamento é feito pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), com apoio das secretarias municipais de saúde. Os monitorados permanecem em observação por dez dias. Caso apresentem sintomas respiratórios, será instaurado protocolo de caso suspeito humano, com coleta de material para análise nos laboratórios Lacen e Fiocruz.

Apesar do alerta, a SES-RJ ressalta que a transmissão do vírus H5N1 para humanos é rara. A gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne ou ovos, mas o controle rápido é essencial para proteger a saúde pública e evitar prejuízos ao setor produtivo.

Entre as ações de contenção já adotadas estão o bloqueio da área afetada, o monitoramento clínico de todas as aves do parque, a realização de vistorias técnicas e o controle rigoroso da entrada e saída de pessoas e materiais.

O superintendente de Defesa Agropecuária, Paulo Henrique Moraes, destaca que a retomada completa das atividades no BioParque dependerá da evolução das ações sanitárias. “Estamos tratando com os técnicos do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Saúde e do próprio parque para garantir a preservação da saúde das aves e a segurança dos visitantes”, concluiu.


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