O governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
Por Nelson Lopes
Cláudio Castro foi a Brasília, nesta semana, para solicitar ao governo federal medidas adicionais de reforço à segurança do Rio. Na capital federal, ele pediu ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, que transfira líderes de facções criminosas para o sistema penitenciário federal. O ministro disse que, “de imediato”, acolheria dez líderes do tráfico em unidades federais.
“A missão é a cooperação total entre a União e o Rio de Janeiro. Estamos empenhados em combater o crime de maneira cooperativa e integrada. Este é mais um exemplo da integração federativa que a PEC da Segurança Pública pretende consolidar”, afirmou Lewandowski.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve no Rio nesta quinta-feira para reinaugurar o Hospital Federal de Bonsucesso. Ao lado do prefeito Eduardo Paes, ele prometeu mais investimentos para as unidades federais do Rio.
“Mais um evento no Rio de Janeiro, para reinaugurar o Hospital de Bonsucesso, devolver ao povo do Rio a cidadania e a saúde. E aqui nós vamos fazer com que os hospitais federais sejam motivo de orgulho do povo do Rio de Janeiro”, afirmou o presidente.
A inauguração e a parceria, é claro, miram 2026. Lula quer um palanque sólido no Rio, visando a reeleição. Paes quer o presidente em seu palanque ao governo do estado. Sim, tudo passa por Brasília nesta história…
No Hospital de Bonsucesso, Lula (que não é bobo nem nada) já deu o tom de palanque. E sabe quem foi o alvo preferencial? O governador Cláudio Castro, é claro! O chefe do Executivo fluminense não foi ao evento e não escapou do experiente presidente da República.
“O governador foi convidado e não veio. Não quero saber o partido do governador, a religião, o time que ele torce. Ele foi eleito pelo povo e foi convidado para estar aqui. Convido todos”.
O Rio foi o estado em Lula teve o maior percentual de votação, na histórica campanha de 2002, que o levou à presidência pela primeira vez. Os anos passaram e o estado se tornou o berço do bolsonarismo – representado por Castro. É por isso que “retomar o território” se tornou fundamental para Lula. Do outro lado, Castro tem feito críticas ao governo federal após vetos ao projeto de renegociação da dívida dos estados.
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