Capital fluminense registrou redução de 1,5%, consolidando tendência de deflação nos produtos da cesta básica. (Foto de banco de imagens)
O custo da cesta básica voltou a cair no Rio de Janeiro em agosto, registrando uma redução de 1,5%, de acordo com o relatório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Este é o segundo mês consecutivo e o quinto do ano em que a capital fluminense apresenta deflação no preço dos alimentos essenciais, trazendo alívio para o bolso das famílias cariocas.
A pesquisa do Dieese analisou 17 capitais brasileiras, e todas apresentaram deflação no último mês. A cidade do Rio de Janeiro registrou a quarta menor queda entre as capitais, com o preço da cesta básica atingindo R$ 745,64. Ainda assim, a capital fluminense possui a terceira cesta mais cara do país, ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 786,35) e Florianópolis (R$ 756,31).
Segundo a consultoria econômica da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ), a Future Tank, a queda nos preços foi impulsionada pela redução dos valores de produtos como tomate, batata e feijão. No entanto, o café registrou um aumento de preço, refletindo a alta da cotação do grão no mercado internacional e as oscilações no volume da colheita, influenciadas por mudanças climáticas.
Para o presidente da ASSERJ, Fábio Queiróz, a nova redução nos preços é alívio no bolso dos cariocas e comprova uma tendência de queda. “Em julho, observamos uma redução de 7% no custo da cesta básica na cidade do Rio. Dessa vez, o mês de agosto apresentou uma queda de 1,5%. Tão importante quanto o tamanho da redução, é a consolidação da tendência de deflação. Isso possibilita que os cariocas encontrem preços mais baixos nos produtos que compõem a cesta básica”, destaca o executivo.
O levantamento também revelou que a diferença entre a cesta básica do Rio de Janeiro e a de Belo Horizonte, a capital com o menor custo no Sudeste, foi de R$ 90,30 em agosto. Com a deflação de agosto, as famílias cariocas continuam a sentir os efeitos de uma tendência de alívio no preço dos alimentos, embora o cenário exija atenção em relação a produtos específicos, como o café.
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