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Motta in Rio

Por Nelson Lopes

Pode-se dizer que o jantar oferecido pelo governador Cláudio Castro para o presidente da Câmara, Hugo Motta, no Palácio Laranjeiras, nesta quinta-feira, “bombou”.

Com toda a bancada fluminense de deputados convidada, o Propag – projeto que cria bases mais palatáveis para o pagamento da dívida do estado – foi o principal tema das negociações.

O vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes, o presidente da Câmara do Rio, Carlo Caiado, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, o presidente do TCE-RJ, Márcio Pacheco, além dos deputados federais Otoni de Paula, Aureo Ribeiro, Eduardo Bandeira de Mello, General Pazuello e Laura Carneiro estiveram presentes.


Apoio às causas do Rio

Após oração do pastor Silas Malafaia, o coordenador da bancada fluminense na câmara, Aureo Ribeiro, foi o primeiro a fazer uso da palavra, sendo seguido por Altineu Cortes e Laura Carneiro. Em seguida foi a vez de Rodrigo Bacellar.

Em seu discurso, Hugo Motta afirmou que a presidência da Câmara estará sempre de portas abertas para o Estado do Rio. Ele lembrou ainda da convivência de longa data com os deputados fluminense, dos quais é muito amigo. O presidente da câmara garantiu ainda apoio na luta pelos interesses do estado em Brasília, como a questão do Propag e a garantia de que a bancada não perderá parlamentares.

“O Rio é o primeiro estado que visito depois de assumir a presidência da Câmara e atender as demandas do Rio é atender as demandas do Brasil, pois é um estado que tem importância histórica para o país, afirmou Motta.


E o Bolsonaro, hein?

Com o ex-presidente Jair Bolsonaro denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) por participação na trama golpista que culminou nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, não faltaram posicionamentos de deputados que seguem em embate pela narrativa da polarização. Os governistas, é claro, miraram no ex-mandatário.

O líder do PT na Câmara, o deputado fluminense Lindbergh Farias, se manifestou duramente. Em coletiva sobre a denúncia contra o ex-presidente, Lindbergh fez coro aos colegas da bancada governista ao pedir para que um projeto que anistia os condenados pelos atos do dia 8 de janeiro seja enterrado e reforçou que Bolsonaro participou da elaboração dos atentados aos três poderes.

“Ninguém está festejando. Os fatos aqui são gravíssimos, essas são algumas das páginas mais tristes da história do país. Não restam dúvidas de que Bolsonaro participou de tudo. Podem pensar “era só um plano”, mas não. Eles colocaram o plano em execução. As provas estão aqui e o Brasil precisa passar a limpo essa história”, disse o parlamentar.


Taliria também falou!

Também deputada pelo Rio, Talíria Petrone foi na mesma linha. “Não se trata de vingança ou revanche. Muitos dizem que não se concretizou um crime, mas o crime é a tentativa”, afirmou.


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