O deputado Alexandre Knoploch (PL).
No velho estilo melhor prevenir do que remediar, o deputado Alexandre Knoploch (PL) protocolou um projeto de lei na Alerj proibindo qualquer alteração do nome oficial do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. “Temos que preservar a denominação histórica do Maracanã como patrimônio cultural do Estado do Rio de Janeiro”, defendeu o deputado. Segundo ele, a relevância do Maracanã ultrapassa as fronteiras nacionais, sendo referência global e um dos símbolos mais expressivos da identidade fluminense.
Projeto de lei assinado pela deputada Giselle Monteiro (PL) proíbe os estabelecimentos comerciais tais como Pet Shop e similares do Estado do Rio de Janeiro de manterem animais presos nas lojas após o fechamento. A parlamentar estabelece no projeto de lei multa de R$ 1 mil em caso de descumprimento. A matéria deverá ser votada em plenário em fevereiro, quando os deputados voltam ao trabalho.
Projeto de lei assinado pelo deputado Jair Bittencourt (PL), hoje secretário estadual de Desenvolvimento Regional, muda o nome de um rio de Teresópolis, de “Córrego Sujo”, para “Rio Sereno”. O parlamentar argumenta que o nome atual remete aos tempos em que o curso de água era poluído e não combina com a atual imagem turística da região.
Pessoas idosas e pacientes com dificuldades de locomoção que fazem uso contínuo de medicamentos fornecidos pela Rio Farmes poderão passar a receber os remédios em casa. A medida está prevista no projeto de lei, de autoria do deputado Daniel Martins (União), que tramita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
O Estado do Rio reduzirá gradualmente os incentivos fiscais fluminenses até 2032, último ano em que ainda não estarão em vigor as normas da Reforma Tributária (Emenda Constitucional Federal 132/23). A determinação está prevista na Lei, de autoria do Poder Executivo, aprovada pelos deputados na semana passada e sancionada pelo governador Cláudio Castro.
“Vamos dar uma surra em quem se meter a achar que a extrema direita vai voltar. Que venham! Nós vamos desafiar, não com palavras, não com xingatório. Quero comparar o que eles fizeram com o que nós fizemos”, de Lula, de salto alto com as últimas pesquisas.
No momento em que o Congresso aprovou o aumento da taxação das bets, surge um novo ponto de fricção entre as casas de apostas e o governo: as empresas do setor alegam que o Ministério da Fazenda tem bloqueado indevidamente o acesso de milhares de pessoas às suas plataformas. De 1º de dezembro até agora, mais de um milhão de beneficiários do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada) foram impedidos de acessar sites de apostas.
As bets, afirmam que o Ministério Fazenda tem se baseado em cadastros defasados para proceder aos bloqueios. Nas contas das plataformas, já seriam quase cem mil ex-beneficiários de Bolsa Família e do BPC que estão sendo equivocadamente impedidos de fazer sua “fezinha”. Partindo da promessa de que cada brasileiro gasta, em média, R$ 160 por mês em apostas, esse contingente representa algo como R$ 16 milhões/mês em receita potencial para as plataformas. De grão em grão, a galinha enche o papo, já diziam nossos avós.
Em mais um embate com o Congresso, o ministro Flavia Dino, do Supremo Tribunal Federal, acaba de suspender um jabuti – item estranho no texto — incluído em projeto aprovado na semana passada, de madrugada, que ressuscita emendas parlamentares não pagas pelo governo entre 2019 e 2023, inclusive canceladas. Técnicos do Senado estimam que o montante seja de cerca de R$ 1,9 bilhão. O magistrado considerou que a medida tenta abrir espaço para a execução de recursos do antigo orçamento secreto, considerados inconstitucionais pela Corte por falta de transparência e critérios objetivos.
Para quem tem memória curta: Lulinha, o filho de Lula, que está envolvido no escândalo do INSS (receberia R$ 300 mil mensais do “Careca do INSS”, através de seu braço direito Edson Claro), já andou encrencando com a empresa de telefonia Telemar. Conseguiu investimento de R$ 2,5 milhões da Telemar para sua empresa Gamecorp, que não prosperou. Ele é biólogo de formação e foi monitor no Jardim Zoológico de São Paulo, tudo há quase 20 anos. Na época, Geraldo Alckmin chamava Lula de “cara de pau”. O investimento, supostamente, acabou no roubo do INSS.
A investigação do roubo aos aposentados está chegando à conclusão de que o escândalo do INSS pode ser considerado o maior de todos os tempos, superando outras roubalheiras como o Mensalão e o Petrolão. Lula agora se rendeu sobre seu filho: “Se estiver envolvido nisso, será investigado”. O dinheiro do “Careca do INSS” para Lulinha atendia pelo nome de Roberta Luchsinger, dona da RL Consultoria e Intermediações Ltda. De acordo com depoimento, ao ordenar o Pix para Lulinha, via RL, o “Careca” justificava desta maneira: “É para o filho do rapaz”.
Alvo da ladroagem no INSS, Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, filho do presidente Lula, tentou se eleger deputada estadual por São Paulo. Roberta escolheu o PT para disputar a vaga em 2018. Teve 14.134 votos, ficou com a suplência. A amiga de Lulinha é apontada pela PF como integrante vinculada ao núcleo da organização criminosa do “Careca do INSS”.
Na empreitada, Roberta recebeu doações de campanha do petista Carlos Eduardo Gabas, ex-ministro da Previdência de Lula e Dilma. Roberta, como o próprio Frei Chico, irmão do presidente, também escapou de convocação da CPMI após forte atuação do governo. Agora, depois da operação da semana passada, vai usar tornozeleira eletrônica.
O Ministério da Cultura já autorizou a escola de samba Acadêmicos de Niterói a captar R$ 5,1 milhões pela Lei Rouanet para o desfile do ano que vem. Outras escolas estão se dedicando igualmente às generosidades da Lei Rouanet, mas nada conseguiram até agora. Detalhe: o enredo da Acadêmicos de Niterói homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A atriz Letícia Rodrigues foi um dos destaques da série “Tremembé”, da Prime Video, mesmo cercada de um elenco com nomes renomados como o de Marina Ruy Barbosa, Bianca Comparato, Felipe Simas e Anselmo Vasconcelos. Letícia deu vida ao personagem Sandrão, que teve um triângulo amoroso com Elize Matsunaga e Suzane Von Richthofen. Com vários trabalhos no teatro, no cinema e nas plataformas de streaming (além de se aventurar na publicidade), Letícia sonha em estar em uma novela. “Se me chamarem hoje, amanhã já estou no Rio”.
Acima do peso e por conta de problemas de saúde em 2022, Letícia Rodrigues submeteu-se a uma cirurgia bariátrica. “Cheguei a pesar 162 quilos, e demorei a aceitar que seria necessário. Tenho planos para o futuro para esse corpo, não só como artista, mas para formar uma família. Quero ser mãe”. Além de fazer uma novela e ser mãe, os outros sonhos de Letícia são: “Viajar uma vez ao ano, pagar as contas no débito automático e, quando tiver filho, colocá-lo numa boa escola”.
Quer receber esta e outras notícias diretamente no seu Whatsapp? Entre no nosso canal. Clique aqui.
A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
Por Nelson Lopes A polêmica está posta: quem é que ocupa a cadeira do governador…
A Prefeitura de Maricá, no Leste Fluminense, divulgou na última quinta-feira (1º) o balanço das…
A tradicional Procissão Marítima abriu oficialmente o calendário de eventos de Angra dos Reis, cidade…
A Prefeitura de Quissamã, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Juventude, preparou uma…
"…a foto é antiga, mas o protocolo para o ano-novo está valendo: ninguém solta a…
A Secretaria de Fazenda e Planejamento de Queimados apresentou um dos cases considerados mais inovadores…