Capital Político

Deputado quer semáforos sonoros no estado

O deputado Júlio Rocha (AGIR) é o autor do projeto de lei que prevê a instalação em vias estaduais de sinais de trânsito com dispositivo sonoro para facilitar a travessia de pessoas com deficiência visual. O deputado argumenta que o dispositivo já é adotado em muitos países e demonstrou eficiência e segurança para pessoas com deficiência visual e baixa visão.


Segurança reforçada

Convocado recentemente para reassumir o mandato de deputado estadual, Marcos Muller (União) retornou ao Parlamento Fluminense com a promessa de ser mais um representante na luta pela segurança pública do Rio. O parlamentar, que já ocupou uma cadeira na Alerj entre 2015 e 2022, avisou que não deixará de lado outros temas importantes, como saúde e educação, mas seu foco central será a segurança pública.


Loucuras na política

O ex-deputado e ex-chefe da Casa Civil no governo Garotinho, Augusto Ariston, desistiu de se candidatar novamente a cargos eletivos. Ele vinha sendo cotado para disputar uma vaga ao Senado pelo PDT ano que vem. Arison disse que vai estrear na próxima terça-feira um programa na TV Max Rio, com o título “Manicômio da Política”. Segundo ele, não vai faltar notícia porque loucuras na política tem todo dia.


Clínicas de fisioterapia

O governador Cláudio Castro, sancionou a Lei 10.719, que autoriza a criação de novas clínicas de fisioterapia e reabilitação motora no estado. De autoria dos deputados Vinicius Cozzolino (União), Rafael Nobre (União) e Márcio Canella (União), a medida estabelece que as clínicas serão voltadas para a reabilitação como linha de cuidado.


Raízes do futuro

A deputada Carla Machado (PT) apresentou na Alerj a sua ideia para o reflorestamento no estado do Rio de Janeiro. Ela quer a criação do programa “Raízes do Futuro”. Pela proposta, uma muda de árvores deverá ser plantada no estado a cada registro civil de nascimento. Segundo ela, a muda de árvore poderá até ser disponibilizada ao pai ou à mãe do recém-nascido. A iniciativa ainda vai ser discutida e votada em plenário.


Fuçaram tudo

“Reviraram minha vida desde 2018. Não encontraram um único ato de corrupção. Tiveram de inventar versões falsas. Mas, nós vamos vencer. Em 2027, vou subir a rampa do Palácio”, de Jair Bolsonaro, que a oposição diz “acreditar ainda em Papai Noel”.


Lembra disso 1

Analistas ironizam que Kássio Nunes Marques, indicado ao STF por Jair Bolsonaro, era um agente secreto a serviço da ditadura da toga. Ele rejeitou quatro recursos apresentados pelo ex-presidente e outros denunciados por tentativa de golpe, inclusive o afastamento de Alexandre de Moraes. Bolsonaro ficou perplexo. E ainda mais atônito com a declaração de Tarcísio de Freitas a favor das urnas eletrônicas. O sistema eleitoral brasileiro, segundo o governador de São Paulo, é hoje uma referência do mundo.


Lembra disso 2

Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, tinha um convite para trabalhar na JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, logo que o período da quarentena acabasse. O salário era mais que convidativo. Lula soube e mandou avisar que não era uma boa ideia. Campos Neto já tinha aceitado, mas – quem diria – a proposta foi engavetada.


Curiosidades 1

Além das histórias habituais, que os japoneses fingiram não perceber, Lula mostrou no Japão constrangedor desconhecimento sobre questões como taxação de produtos importados. Reclamou dos 25% do governo de Donald Trump sobre veículos importados nos Estados Unidos e fez caras e bocas de indignação, ameaçando retaliar produtos norte-americanos. Detalhe: o presidente petista é chefe de um dos governos que mais taxam importações no planeta. Seu governo taxa o carro importado em 35%, dez pontos a mais do que Trump.


Curiosidades 2

O excesso de impostos e taxas no Brasil, segundo analistas, lembra a definição do argentino Javier Milei, economista libertário que diz que “imposto é roubo”. O brasileiro paga 35% de taxação de carro importado, IPI de até 25%, ICMS que chega a 19% e mais 11,6 de PIS/Cofins. No Japão, Lula abusou das declarações de demagogia com empresários brasileiros na plateia contando a ‘novela’ de que é contra o que ele mais faz: impor medidas protecionistas.


Estão doidinhos com 2026

A cada dia, os ‘especialistas’ do PT criam uma nova situação envolvendo nomes conhecidos para a disputa das eleições de 2026. Agora, os petistas estão tentando convencer o vice Geraldo Alckmin e o ministro Fernando Haddad (Fazenda) a disputarem a eleição em São Paulo, no próximo ano. Detalhe: os dois resistem. A ideia é ter Alckmin concorrendo ao governo de São Paulo e Haddad ao Senado Federal. Alckmin já governou São Paulo por quatro vezes. Se Tarcísio de Freitas entrar no páreo, Alckmin certamente preferirá disputar o Senado. Alguns petistas acham que Alckmin pode não levar, mas ajudaria na eleição de Haddad.


Trump na parada

O efeito Donald Trump deve ricochetear na operação da RHI Magnesita no Brasil. A tendência é de uma redução das exportações na operação brasileira para o mercado norte-americano. A prioridade no conglomerado austríaco é aumentar a produção própria dentro dos EUA para escapar do furor tarifário sobre as importações. Hoje, a RHI fabrica localmente pouco menos da metade dos produtos refratários que comercializa no país. O restante chega de fora, parte expressiva do Brasil. Essa proporção tem que ser rebalanceada. Em janeiro, o grupo comprou por US$ 430 milhões a fabricante norte-americana Resco e outras aquisições serão realizadas nos EUA no curto prazo.


Janja não tem jeito

Os tropeções gramaticais da primeira-dama Janja da Silva já foram objeto de verdadeiras ‘coleções’ nas redes sociais e ela tem dado demonstração de que anda se inspirando nos discursos de seu maridão. Nos últimos dias, pegou mal a fala de Janja dizendo que viajou escondida (mesmo com seis seguranças) ao Japão antes do presidente “para economizar passagem área”. A expressão da primeira-dama virou piada, afinal, a passagem no avião presidencial é novidade.


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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.

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