Mais de 50 médicos-veterinários integram a Defesa Agropecuária e atuam em 26 Núcleos de Defesa Agropecuária espalhados pelo território fluminense. (Foto; Divulgação)
No Dia do Médico-Veterinário, celebrado nesta quarta-feira (9), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento do Interior destaca o trabalho dos profissionais que atuam na defesa agropecuária fluminense.
Atualmente, a Superintendência de Defesa Agropecuária conta com mais de 50 médicos-veterinários. Os profissionais trabalham em propriedades rurais, estabelecimentos de produção e comercialização de produtos de origem animal e ações de fiscalização, vigilância e educação sanitária.
Por meio das Coordenadorias de Defesa Sanitária Animal e de Inspeção de Produtos de Origem Animal, a pasta realiza ações de prevenção, controle e erradicação de doenças que podem afetar os rebanhos, a economia e a saúde pública.
Na defesa agropecuária, a atuação dos médicos-veterinários vai além do atendimento clínico aos animais. Os profissionais trabalham na vigilância epidemiológica, na prevenção e no controle de doenças, na fiscalização sanitária, na inspeção de produtos de origem animal e na execução de programas oficiais de saúde animal.
A categoria também participa de ações emergenciais diante de suspeitas sanitárias e orienta produtores rurais sobre boas práticas e cuidados sanitários. O acompanhamento permanente permite identificar riscos e responder a ocorrências que possam comprometer a saúde dos rebanhos e a produção agropecuária.
Entre as atribuições está a execução, no território fluminense, de programas nacionais voltados à prevenção, ao controle e à erradicação de doenças importantes para a produção agropecuária e a saúde pública.
Os médicos-veterinários também desenvolvem ações de educação sanitária destinadas a produtores rurais, agentes de saúde, jovens e crianças. As atividades compartilham informações sobre prevenção de doenças, boas práticas e cuidados sanitários.
A estrutura estadual conta ainda com 26 Núcleos de Defesa Agropecuária distribuídos pelo Rio de Janeiro. As unidades funcionam como pontos estratégicos para aproximar as ações de vigilância, fiscalização, orientação e atendimento dos produtores rurais das diferentes regiões fluminenses.
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