Carro alegórico da Acadêmicos de Niterói exibe fotos de Lula. Crédito: Marco Terranova | Riotur
Por Nelson Lopes
A Acadêmicos de Niterói sequer se manteve no Grupo Especial do Carnaval carioca e foi rebaixada ao homenagear o presidente Lula. Mas, como era de se esperar, a guerra de versões está posta. Com críticas ao conservadorismo e ironias ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a escola de samba se tornou alvo de memes da oposição que vê o fracasso carnavalesco como um termômetro para as eleições. Setores evangélicos ficaram incomodados com a ala que criticava as famílias conservadoras – o que pode atingir Lula.
Já os governistas veem baixo potencial de abalo no projeto eleitoral. Argumentam que Lula não participou do desfile e, assim como a primeira-dama, Janja da Silva, não tem qualquer envolvimento com o insucesso da agremiação que apenas homenageou a sua trajetória.
Em meio à polarização, entretanto, há um consenso: o desfile não mobilizou as arquibancadas e frustrou quem imaginava um grande comício na Sapucaí.
Acham que Lula não tem nada a comemorar? No mês que vem ele recebe o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, em Brasília. O correligionário levará a ele a taça conquistada pela União de Maricá no Grupo de Acesso.
Quaquá ja anunciou que Lula será convidado para o desfile do ano que vem na elite do Carnaval. Aliás, Quaquá promete um cortejo histórico: com até R$ 30 milhões investidos pela prefeitura, a Maricá quer seguir com o carnavalesco Leandro Vieira que, para isto, precisará deixar a Imperatriz Leopoldinense – com a qual passará a concorrer no grupo especial. Dinheiro, diz o prefeito, não será o problema…
Ninguém no PL sabe o que o senador Flávio Bolsonaro foi fazer nos Estados Unidos, nesta semana, em meio à rodada de definições sobre alianças regionais para esta eleição. No Rio, por exemplo, o PL viu o MDB de Washington Reis se bandear para o lado de Paes. O PP também ja vê a possibilidade de mudar de lado com simpatia.
E Flávio? Segue no exterior, o que pode deixar a legenda bolsonarista ilhada!
Jair Bolsonaro recebeu as visitas dos senadores Carlos Portinho e Bruno Bonetti no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, nesta semana. Os dois parlamentares do Rio relataram crises de soluço e perceberam que o ex-presidente se locomovia com dificuldades, enquanto esteve com eles. Enquanto recebia Portinho, ele chegou a ser medicado pela equipe que o acompanha em sua prisão.
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