Comitiva de empresários fluminenses em Brasília (DF). Crédito: Paula Johas / Firjan
Uma comitiva de cerca de 50 empresários do Rio de Janeiro participou nessa terça-feira (24) do lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2026, realizado no plenário do Congresso Nacional, em Brasília. A iniciativa promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) teve como objetivo apresentar aos parlamentares as propostas legislativas prioritárias para o desenvolvimento da indústria fluminense.
Coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e executada em parceria com as federações estaduais, a agenda reúne projetos considerados estratégicos para o avanço do setor produtivo no país, consolidando propostas em tramitação no Congresso que impactam diretamente o ambiente de negócios.
“Desde que a CNI deu início à divulgação de sua Agenda Legislativa, há 32 anos, nossa federação também esteve presente. Nos últimos anos, passamos a realizar uma iniciativa própria para apresentar projetos prioritários de nossa Agenda Legislativa Federal”, explicou Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan.
Para elaborar as pautas estratégicas, a Firjan realizou uma escuta ativa com empresários de todas as regiões do estado. Dos 551 projetos analisados pelos Conselhos Empresariais neste ano, 79 foram priorizados e 20 inseridos na Agenda.
Entre os temas destacados aos deputados e senadores estão: a criação do Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert); regulamentação da inteligência artificial; reenquadramento do Simples; Política Nacional de Economia Circular; competência federativa em segurança pública; reforma administrativa; Lei Geral de Concessões, além de medidas para melhorias tributárias e no comércio exterior.
O presidente da CNI, Ricardo Alban, ressaltou que a Agenda Legislativa simboliza a cooperação entre indústria, poder público e sociedade, com foco na criação de um ambiente mais favorável ao desenvolvimento econômico e social do país.
“Esta edição de 2026 reforça a importância do avanço de medidas fundamentais, como a construção de um marco regulatório equilibrado para inteligência artificial, o aprimoramento das diretrizes para a economia circular, o fortalecimento dos mecanismos de financiamento e da inserção internacional da indústria, a modernização das regras de concessões e parcerias público-privadas, e o tratamento responsável de temas relacionados à sustentabilidade fiscal e às relações de trabalho”, destacou Alban.
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