Por Nelson Lopes
Com a prisão de Jair Bolsonaro ficou acordado que o senador Flávio Bolsonaro, do Rio, será o principal articulador do PL. Ficarão a cargo dele as articulações políticas, a definição de palanques, e a escalação de pautas prioritárias para o bolsonarismo, enquanto o patriarca estiver detido.
Flávio dialogará diretamente com Hugo Motta e Davi Alcolumbre.
E aí que entra a primeira manobra…
Com isso, o partido decidiu apoiar o projeto de lei que Anistia que anistia os condenados pelos atos de 8 de janeiro e é relatado pelo deputado Paulinho da Força. O partido era contra o texto, anteriormente. A prisão de Bolsonaro, porém, mudou os rumos da prosa.
A bancada bolsonarista pretende apoiar o mérito do projeto e alterar alguns trechos durante a tramitação. A manobra tem por objetivo contemplar Bolsonaro entre possíveis anistiados.
E Ramagem, hein?
Nos Estados Unidos, onde se exilou, Alexandre Ramagem disse que seguirá se valendo da licença parlamentar e legislando, quando possível. Ele está dando de ombros para qualquer pressão dos governistas.
Lindbergh rompe com Hugo Motta
Como se não fosse o bastante tudo o que acontece em Brasília, o presidente da Câmara, Hugo Motta, disse ter rompido “qualquer tipo de relação” com o líder do PT na Casa, Lindbergh Farias. Ambos vinham se bicando nas reuniões de líderes.
Em resposta, Lindbergh disse que Motta “age na surdina” para defender a direita. Com isso, o governo fica ilhado em suas articulações.
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