Economia

Dia do Pão: 41,4 mil profissionais no Rio

Para marcar o Dia do Pão, celebrado nesta segunda-feira (16), o setor de panificação divulgou que 479 mil trabalhadores formais começaram a atuar na área no país. Deste total, 41,4 mil trabalhadores estão no Estado do Rio de Janeiro.

Os números divulgados no Dia do Pão são considerados históricos para o setor. Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em comparação ao ano de 2013, houve um crescimento de mais de 63 mil trabalhadores no Brasil. Este número que equivale a um aumento de 15,2%. Já o estado do Rio, o crescimento foi de 8,6%, ficando atrás apenas de São Paulo (29,8%) e de Minas Gerais (14,6%).

Além disso, o raio-x do setor mostra a panificação com 65,7 mil estabelecimentos, distribuídos entre 4.194 municípios brasileiros. “Isso significa que 75,3% das cidades possuem empresas formalizadas cuja atividade principal é a fabricação de produtos de Panificação”, destaca a Firjan.

No estado do Rio de Janeiro, são 5,2 mil empresas do ramo, com a liderança da capital (1.857), seguida pelos municípios de Campos dos Goytacazes (217), Duque de Caxias (214), Niterói (192) e São Gonçalo (176).

Dia do Pão celebra referência nacional

Um levantamento do primeiro semestre de 2023 feito pela Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), mostrou que o pão é consumido por 76% dos brasileiros durante o café da manhã.

“O pão francês ainda é nosso principal produto, o que mais nos rentabiliza. Porém, hoje, é preciso investir cada vez mais em tecnologia, em um bom espaço para vendas, em embalagem, em comunicação. Esses são desafios constantes”, afirma Fernanda Hipólito, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Município do Rio de Janeiro, o Rio+Pão.

A formação de mão de obra para o setor também é uma vertente fundamental para o crescimento do setor. Para Paulo Diniz, presidente do Grupo Alimenta Sul Rio e proprietário da Fábrica de Sabores Madrigal, em Volta Redonda, é preciso apostar na mão de obra mais jovem.

“Não existe padaria sem padeiro. É fundamental capacitar aqueles que estão no mercado e atrair os jovens. O que temos feito, junto à Firjan, é a manutenção de cursos, inclusive gratuitos, de formação de padeiros e confeiteiros. Essa é a nossa forma de garantir uma mão de obra especializada”, disse.

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