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Mario Moreira toma posse para segundo mandato na Fiocruz

O presidente reeleito da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mario Moreira, tomou posse na útima sexta-feira (4) para mais quatro anos à frente da instituição. Reeleito em outubro de 2024 com 81,8% dos votos válidos, Moreira inicia seu segundo mandato com a composição de gestão mais diversa da história da Fundação, tanto em termos étnico-raciais quanto de gênero. Dos cargos de alta gestão, 64% serão ocupados por pessoas negras e a maioria das posições será preenchida por mulheres, que ocupam 7 das 11 cadeiras disponíveis.

A cerimônia foi realizada ao ar livre, na Praça Pasteur, ao lado do tradicional Castelo de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Em seu discurso, Moreira enfatizou a importância da ciência e da defesa intransigente do Sistema Único de Saúde (SUS), que classificou como “uma bandeira civilizatória”. O presidente também lembrou as dificuldades enfrentadas pela Fiocruz nos últimos anos, especialmente durante a pandemia, e destacou que a Fundação tem um papel central na reconstrução do país.

“A Fiocruz sofreu nos dois governos anteriores ao de Lula. Agora, temos que trabalhar na reconstrução do país e nesta retomada a Fiocruz tem um papel fundamental”, afirmou Moreira. Ele ressaltou ainda que a instituição precisa manter o diálogo com a sociedade e ampliar sua atuação, especialmente nas áreas de vacinas, saúde da mulher, doenças raras e câncer.

Mario Moreira apresenta nova equipe de gestão

Ao longo do evento, Moreira apresentou sua nova equipe de gestão, reforçando a presença de quadros comprometidos com políticas públicas e inclusão. Rivaldo Venâncio será o chefe de Gabinete, enquanto as vice-presidências ficarão sob a responsabilidade de Valcler Rangel, Marly Cruz, Alda Cruz, Marco Krieger e Lourdes Oliveira. Também foi destacada a atuação da Fiocruz no cenário internacional e seu reconhecimento como Patrimônio Nacional da Saúde Pública.

Presente na cerimônia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, exaltou o trabalho da Fundação durante a pandemia e afirmou que o governo federal está comprometido com os avanços da Fiocruz. “O que fez a instituição ser o que é foi seu corpo de pesquisadores, sua capacidade de formação profissional e sua força na formulação de políticas de saúde pública”, destacou Padilha.

Ao final da cerimônia, Moreira agradeceu aos membros da primeira gestão, aos familiares e a todos os trabalhadores da Fiocruz, que, segundo ele, transformam seu trabalho em missão de vida. “É isso que assegura o que estamos fazendo e entregando à sociedade brasileira”, concluiu.


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