O deputado Dr. Luizinho. Crédito: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Por Nelson Lopes
Deputado pelo Rio, Dr. Luizinho, do PP, deve ser o relator na Câmara dos Deputados do aguardado projeto de lei que prevê a derrubada da patente do Mounjaro. Ele atende a requisitos colocados na mesa pelo presidente da Casa, Hugo Motta, como ser médico e filiado a um partido do Centrão. A avaliação, nos bastidores, é de que um nome com credenciais técnicas poderá reduzir resistências quanto aos aspectos científicos e regulatórios.
Caso a patente seja derrubada, o Mounjaro poderá ser incorporado em maior escala ao Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o acesso ao medicamento, especialmente para o tratamento de doenças como o diabetes.
Com a confirmação do marqueteiro Paulo Vasconcelos à frente da campanha de Douglas Ruas para o governo do Rio, a aposta será na força do deputado estadual no interior. Ele será apresentado como um nome conservador e afinado aos valores cristãos. Mas, há uma pedra que será colocada no sapato do prefeito Eduardo Paes: A segurança pública, é claro.
É dado como certo que a campanha vai lembrar a reeleição de Paes, há dois anos, quando concorreu com Alexandre Ramagem e prometeu armar a Guarda Municipal, entre outras propostas. Será dito que qualquer aceno de Paes ao tema é mera promessa de campanha, enquanto ele não possui qualificação para tratar disso. Em paralelo, a campanha deve mostrar Ruas vinculado ao governador Cláudio Castro e ao delegado Felipe Curi.
Cobiçado por vários partidos para as eleições deste ano, mas com os dois pés no PL, Curi mudou de postura em suas redes sociais e já se porta como candidato. Periodicamente, ele posta vídeos opinativos sobre políticas de segurança e outros assuntos ligados ao tema. Nesta semana, ele se encontrou com lideranças do PL que consideram que “o peixe já está na rede” e ele será candidato pelo partido de Bolsonaro.
Como já dito por aqui, ele deve ser o principal puxador de votos dessas eleições e estima-se que ele consiga amealhar até 200 mil eleitores.
A semana foi marcada por telefonemas de figuras do alto escalão do Palácio Guanabara para jornalistas de Brasília. O motivo? Queriam saber se seus nomes constavam nos arquivos disponibilizados pela Polícia Federal à CPI do INSS que envolvem o celular do banqueiro Daniel Vorcaro.
Vorcaro, como se sabe, é investigado por supostas Fraudes no Rio Previdência.
Até o momento, não há qualquer indício ou citação nas conversas do banqueiro. Mas, é importante frisar que a CPI só teve acesso a algo em torno de 1,5% dos diálogos até o momento. Ou seja… Muita coisa ainda pode chegar ao conhecimento público.
É aguardar para ver!
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