Niterói apresenta a Moeda Social Arariboia e defende sustentabilidade em evento do BID

A moeda social Arariboia, projeto da prefeitura de Niterói, no Leste Fluminense, foi destaque no Fórum de Prefeitos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que abordou o financiamento de ações municipais em defesa da sustentabilidade. A cidade foi representada pelo refeito Axel Grael

O evento ocorreu em Denver, no Colorado (EUA), onde durante esta semana acontece a Cúpula das Cidades das Américas 2023, promovida pelo Governo dos Estados Unidos. Além da moeda social Arariboia, outro destaque da apresentação de Niterói foi a defesa da sustentabilidade.

O prefeito Axel Grael viajou a convite do governo estadunidense para apresentar experiências municipais inovadoras e bem sucedidas nas áreas de inclusão e sustentabilidade, como, por exemplo, a moeda social Arariboia.

Durante o evento, o BID montou grupos de discussão com os prefeitos com objetivo de promover a troca de experiências sobre o fortalecimento das finanças públicas das cidades de forma sustentável.

“Temos em Niterói uma experiência muito interessante com a Moeda Social Arariboia, que é uma ferramenta de estímulo à economia e ao comércio do município. Além de apoiar as 30 mil famílias da cidade que mais precisam, com essa política permanente estamos fazendo o dinheiro circular dentro de Niterói”, explicou o prefeito da cidade do Leste Fluminense, que participou do evento também como vice-presidente de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), entidade que reúne os 500 maiores municípios do País.

De acordo com dados do BID, na América Latina e no Caribe, oito em cada dez habitantes vivem em cidades. Isso implica em alta densidade populacional e obriga os municípios a buscar novas formas de financiamento para seu desenvolvimento sustentável.

Moeda Social Arariboia é exemplo de política inovadora

“As cidades, onde já vive mais da metade da população mundial e onde se concentra a maior parte das emissões de gases de efeito estufa, têm papel estratégico e serão decisivas para o futuro da humanidade. É nos municípios que o governo tem contato mais próximo com a população e suas demandas. No caso de Niterói, realizamos um trabalho muito significativo com projetos inovadores em áreas como saúde, educação e direitos humanos. As cidades precisam assumir seu protagonismo no enfrentamento de emergências climáticas”, defendeu o prefeito de Niterói.

Também participam do Fórum os secretários do Clima, Luciano Paez, e do Escritório de Gestão de Projetos (EGP), Katherine Azevedo. A Cúpula das Cidades reúne em Denver mais de 500 líderes subnacionais, sendo 250 prefeitos, representando cidades como Buenos Aires, Bogotá, Mendoza, Denver, Montevidéu, Rio de Janeiro, Curitiba e São José dos Campos. O evento promove a cooperação regional, reunindo representantes diversos e inclusivos do governo, sociedade civil, empresas, academia, juventude, cultura e artes, além de grupos indígenas e sub-representados.

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