A jubarte se reproduz em águas brasileiras. Crédito: Pexels.
A Prefeitura de Niterói, no Leste Fluminense, começa, nesta segunda-feira (15), a primeira fase do estudo de viabilidade para a implementação do projeto Turismo de Observação Natural da Vida Marinha. A iniciativa é uma parceria com o Projeto Amigos da Jubarte, com objetivo de desenvolver ações para a preservação das baleias jubarte e do ambiente marinho.
O estudo prevê a realização de quatro expedições marinhas, com elaboração de diagnóstico da costa e fluxo de evolução migratória das baleias. Inicialmente serão cruzeiros avaliativos, em quatro fases: de hoje a 30 de agosto; a segunda fase de 15 a 30 de setembro; a terceira de 15 a 30 de outubro; e a quarta etapa de 15 a 30 de novembro.
De acordo com a Prefeitura de Niterói, o projeto inclui o desenvolvimento de pesquisas científicas, capacitações, atividades culturais, educação, sensibilização ambiental e ações de fomento ao ecoturismo. O município informa que essa vem crescendo no mundo inteiro a uma taxa de 10% ao ano, e está presente em mais de 40 países, gerando uma receita anual de mais de 2 bilhões de dólares.
A baleia jubarte é uma espécie que se reproduz em águas brasileiras, entre junho e novembro. Nesse período, cerca de 20 mil baleias passam pelo litoral. É a espécie de baleia mais estudada e utilizada no turismo de observação no mundo. Suas acrobacias e suas nadadeiras peitorais – que alcançam 1/3 do comprimento total do corpo – tornam a Jubarte inconfundível.
O projeto, que visa promover o ecoturismo de observações de baleia na costa niteroiense, pretende envolver pessoas ligadas ao trade de turismo, empresários e ambientalistas. “Niterói tem um apelo forte na tradução náutica. A cidade avança com a sustentabilidade urbana e vai ampliar para o mar, com pesquisas direcionadas e com incentivo ao turismo sustentável e orientado”, disse o prefeito Axel Grael.
A Niterói Empresa de Turismo e Lazer (Neltur) vem utilizando como base para a realização da parceria os dados das pesquisas que envolvem todo o processo e ciclo de vida da Jubarte. Isto, além da preservação e estudo científicos observação, estatísticas e projetos semelhantes implantados com sucesso em países como África do Sul e Canadá.
Um dos coordenadores do projeto, Thiago Ferrari afirma que é possível desenvolver o turismo responsável, ligado à conservação da espécie em seu ambiente natural “Hoje, cerca de 20 mil baleias jubartes migram para o litoral brasileiro, entre o litoral de Santa Catarina e Ceará, durante o período de reprodução e acreditamos que a costa de Niterói pode ser uma rota muito importante”, afirmou.
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