Sala de aula no Rio de Janeiro
*Por Paulo Marinho
Creio e sugiro que, neste 15 de outubro, data comemorativa ao “Dia do Professor”, a direção SEPE se manifeste através do SECOM – Secretaria de Comunicação do Governo — com o intuito de fazer o presidente Lula ocupar — o que tem direito — durante cinco minutos em rede nacional de rádio e televisão, para homenagear a todos professores do Brasil, de preferência entre a novela e o jornal Nacional, exaltando o hercúleo trabalho dos nossos professores, no sentido de educar nossas crianças.
A sensação que o povo observa em relação a nossos parlamentares — alguns presos, outros a caminho, alguns olhando para seu próprio umbigo, sem o menor interesse em melhorar a saúde educacional da população. Parece — não tenho certeza — que nunca passaram pelos bancos escolares de um estabelecimento de ensino. Certamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (esqueçamos a política) lembraria seu tempo de criança na cidade onde nasceu. Detalhe: será que não aparece ninguém com acesso ao presidente levando essa “picanha” a ele? Com a palavra, Ministro Sidônio.
Não faço mistério sobre o time que torço. Desde 1957, aos 7 anos, fui com o “velho”, Aurélio Marinho, desenhista e arquiteto, meu pai, afrodescendente nascido em Ubá, Minas Gerais, pela primeira vez ao Maracanã e lá assisti à decisão do campeonato Carioca entre Botafogo e Fluminense, de 1957. Vi o “Anjo das pernas tortas”, Garrincha, destronar o sistema defensivo tricolor (Castilho, Jair Marinho, Pinheiro, Clóvis e Altair).
Resultado: 6 a 2 Botafogo – 5 gols de Paulinho Valentim. E o técnico João Saldanha. Não sonhava ter a filha Sandra, hoje minha querida amiga. Na saída do jogo, esperamos Clóvis, com quem meu pai combinou em fazermos um lanche como campeões, mas o destino foi contrário e Clóvis, no táxi chorando copiosamente até Cavalcante, onde morávamos, na Antônio Saraiva e ele ao lado.
Fiquei com pena dele e me tornei Fluminense apesar dos 6 a 2. Questionei papai, “por que ele chora tanto? E o “velho” Aurélio, entre constrangido e triste, respondeu laconicamente, “ele tem hombridade, meu filho”. Sinal dos tempos. Hoje, hein??? Só vemos empresários ganhando muito, jogadores ao Deus dará e clubes mais pobres.
Na inteligente série criada Academia Brasileira de Letras (ABL) intitulada “Filho de peixe”, coordenada pela acadêmica Rosiska Darcy, me apressei em apresentar e contribuir lembrando nomes de filhos de amigos que seguiram a carreira de seus genitores, casos como Marcel Powell, filho do saudoso Baden, Kay Lyra (Carlos), Eliane Faria, filha de Paulinho da Viola, Simoninha, filho de Simonal e Bena Lobo, filho de Wanda Sá & Edu Lobo.
Fiz este longo preâmbulo para chegar — não desprezando os citados — ao casal cujo talento brota e continua brotando: ator Rogério Fróes e a professora Lélia. Pois bem, leitores, estes dois que tive oportunidade de conviver nos bons tempos de Campo Grande, rua Tapes, seguiram o caminho da felicidade — e não se perderam — casaram, tiveram filhos, nasceram em Campo Grande, moraram em Botafogo e agora residem em um belo apartamento na avenida Atlântica. Colheram o que plantaram. Angele, Gisele e Luciana, três filhas de peixe, orgulho do casal Fróes. Parafraseando Galvão Bueno, “vai, que é tua, Rosiska”.
Por hoje é só. LEO MACHO, um abraço. LUIZ PENIDO, cautela. Rádio Tupi, cuidado.
*Paulo Marinho é jornalista, apresentador do programa 100% Educação que vai ao ar segunda a sexta-feira, das 08 às 12h.
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