O Rio Museu Olímpico ocupa a área superior do Velódromo. Crédito: Beth Santos / Prefeitura do Rio
*Por Guilherme Schleder
Fala, galera!
Janeiro é mês de férias escolares. E da busca por opções para entreter os nossos jovens cariocas. A coluna de hoje traz exatamente uma boa dica para esse período: o Rio Museu Olímpico, um local para conhecer, celebrar e reviver um dos grandes capítulos da história do Rio de Janeiro: os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.
Criado pela Prefeitura do Rio no Parque Olímpico, o Rio Museu Olímpico reflete o orgulho e a transformação de uma cidade que soube usar o maior evento esportivo do planeta para se tornar um lugar ainda melhor para seus moradores e visitantes. Desde dezembro, o espaço passou a abrir também aos domingos.
O Rio Museu Olímpico celebra um legado de superação e transformação. É um local de excelência, que faz parte da Rede de Museus Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional (COI). Essa excelência se refletiu no grande número de visitantes que o local recebeu durante a fase inicial de funcionamento – foram mais de 14 mil nos primeiros quatro meses. Agora, com a operação integral, a expectativa é de um número de visitantes ainda maior.
Os ingressos custam a partir de R$ 20 (meia entrada). Na última terça-feira do mês, a entrada é gratuita para todos. Moradores do Rio de Janeiro e pessoas nascidas na cidade pagam meia entrada todos os dias.
Localizado no andar superior do Velódromo e ocupando uma área de 1.700 mil metros quadrados, o acervo possui mil peças, divididas em 13 áreas temáticas, com 80 experiências e atividades. É uma instalação inovadora, imersiva e moderna, onde os visitantes revivem a preparação da primeira cidade da América do Sul a receber os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.
Dentre as experiências, é possível “explodir” o Viaduto da Perimetral, se exercitar como um ginasta nas argolas, correr a tradicional prova de 100 metros e fazer um treino de boxe. A revitalização da região do Porto, o início da operação do sistema integrado de transporte com o BRT e o VLT e a criação do Parque Madureira são exemplos de importantes mudanças ocorridas na cidade.
O projeto foi pensado para que o público viva uma experiência multissensorial. E a possibilidade de interação, de poder saltar, correr, pedalar e remar como os atletas olímpicos é o que mais encanta esses jovens visitantes. Ao mesmo tempo, eles aprendem não só sobre a grandeza dos feitos de seus ídolos, uma inspiração que levam para a vida, mas também sobre transformação social, sustentabilidade, planejamento urbano, história e geografia da cidade.
É ou não é uma boa opção para as férias?
Nos vemos por lá!
Até a próxima.
*Guilherme Schleder é secretário de Esportes do Município do Rio de Janeiro
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