Capital Político

Vereador do Rio quer vendedor de mate em grandes eventos

O tradicional mate vendido nas praias do Rio de Janeiro, que até já virou patrimônio imaterial da cidade, pode chegar além das areias. A proposta do vereador Márcio Ribeiro (PSD) é dar ao vendedor de mate licenciado pela Prefeitura do Rio a oportunidade de vender seu produto também em eventos realizados em áreas públicas e no entorno de grandes eventos, como partidas de futebol e Rock in Rio, ampliando sua área de atuação.


Patrulha 60+

Deputados estão cobrando do governador Cláudio Castro a ampliação do programa Patrulha 60+, uma iniciativa da Polícia Militar para prevenir crimes contra idosos. O deputado Rafael Nobre (União), por exemplo, está solicitando que o programa seja implantado nos municípios de Nilópolis, Mesquita e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde, segundo ele, são elevados os índices de crimes contra idosos.


Obesidade infantil

O deputado Júlio Rocha (AGIR) defende a criação de um Programa Estadual de Prevenção da Obesidade Infantojuvenil. Segundo ele, o objetivo é desenvolver ações integradas de promoção da saúde, alimentação adequada e prática de atividades físicas voltadas a crianças e adolescentes no Estado do Rio de Janeiro. As ações estão previstas no projeto de lei que ele apresentou na Alerj e deve ser discutido e votado no segundo semestre deste ano.


Medalha

O produtor cultural João Carino, gestor do Aprendiz Musical, maior programa de musicalização em escolas públicas do país, foi indicado para receber a Medalha Tiradentes. A proposta partiu do deputado Vitor Junior (PDT) e será votada após o recesso parlamentar. O parlamentar destaca que a iniciativa é um reconhecimento pelo comprometimento de João Carino com a inclusão social por meio da música.


Produção

Os vereadores cariocas apresentaram no primeiro semestre deste ano 944 projetos de lei, 47 projetos de lei complementar, 2 projetos de resolução e 64 projetos de decreto legislativo. Esta semana e a próxima os vereadores estão em recesso parlamentar e voltam ao trabalho no início de agosto.


Brasil fora dos Brics: querem fugir de Lula

Nos corredores do Itamaraty circula uma interpretação sobre os motivos dos ataques do presidente norte-americano ao Brasil. Envolve a presença e o posicionamento do país no Brics – e o lobby já foi identificado. Os artigos defendem a saída do bloco porque o Brasil – leia-se, Lula – estaria se valendo desse espaço para fazer seu proselitismo, de discursos voltados à política doméstica à defesa de temas que não tiveram acordo final dos membros do grupo.


Contra a desdolarização

A saída Brasil do Brics interessa mais aos EUA do que ao próprio Brasil. A desdolarização do comércio exterior, com a criação da moeda do Brics, seria um alvo dos ataques de Donald Trump. O Brasil é quem mais bate o bumbo para emplacar a iniciativa, que não tem apoio explícito da China – em tese, a principal interessada – nem da Índia. A Rússia ignora o assunto.


Batalha perdida

A África do Sul já teria sinalizado aos gabinetes diplomáticos de Washington que discorda da bandeira da moeda única. E considera o projeto uma batalha perdida, fora do tempo e sem condições de enfrentamento com o poder monetário dos EUA.


Barrados no baile do Tio Sam

Ao revogar os vistos dos ministros do Supremo, o governo Trump abriu três exceções: para Kássio Nunes Marques e André Mendonça, escolhidos por Bolsonaro, e Luiz Fux, indicado por Dilma Rousseff. O comportamento jurídico de Fux tem sido no sentido contrário dos demais membros no que se refere ao golpismo. Alguns colegas se referem a ele como “estrangeiro”, em ritmo de ironia. Fux já havia recebido até elogios de Michelle Bolsonaro. Agora, ganhou o reconhecimento do Departamento de Estado dos EUA.


Sem emprego e sem carteira assinada

Apesar da leve redução de 38,7% para 38,1%, registrada na medição mais recente (no trimestre finalizado em fevereiro de 2025) do IBGE, ainda são 39,1 milhões de trabalhadores sem carteira assinada no país. A informalidade é muito alta e especialistas não enxergam uma tendência de recuo. A expectativa é que piore porque a taxa segue elevada mesmo depois de um ano positivo para a economia, com pleno emprego e mercado de trabalho aquecido. É matéria da “Problemas Brasileiros” publicada pela Fecomércio-SP.


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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.

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