Diego C. Mafra representará o Brasil no mundial de Whelling nos dias 19, 20 e 21 de agosto. Crédito: Arquivo pessoal
Whelling e futebol. A paixão pela bola, por vezes incompreendida por quem não acompanha o esporte de perto, é amplificada por aqueles que praticam outras atividades, mas amam o esporte bretão. Afinal, é com a camisa de times de futebol que você vê pessoas frequentando lugares em todo o lugar do mundo. Atletas de outros esportes carregam no peito a paixão pelo clube de futebol de coração como se fosse um amuleto para a melhor sorte. Há, ainda quem carregue a marca na pele.
É o caso de Diego Cristian Mafra, brasileiro de Santa Catarina, piloto de Whelling, da modalidade Pro Freestyle Street Bike, que disputa neste mês o Campeonato Mundial, que será disputado na República Tcheca, nos dias 19, 20 e 21. Na modalidade, o piloto efetua manobras e acrobacias em cima da motocicleta em uma clara demonstração de força e equilíbrio. No coração, além do motociclismo, o amor pelo Vasco, com direito a uma tatuagem.
Diego ressalta que não há palavras para descrever a emoção de disputar um campeonato representando o Brasil. “Não tem como descrever a emoção de representar o Brasil em uma competição mundial. Desde 2013 que eu represento o Brasil. O único atleta indo representar o Brasil fora do país”. O sonho transformado em realidade veio de berço, já que Diego começou a dar os primeiros rolês com o pai, que sempre teve moto.
A emoção com a qual Diego fala de seu esporte só é comparada com a demonstrada quando ele cita seu time de coração, ao explicar que a paixão pelo Vasco vem de família, toda vascaína, apesar de morarem em Santa Catarina. Com orgulho do time de coração, revela um sonho. “A minha ligação com o Rio é o Vasco. Eu tive no Rio em 2018. Nunca fui em um jogo do Vasco no Rio. Espero que a gente dispute a Série A e eu possa ir em São Januário ver um clássico”.
Com a responsabilidade de quem é dono do melhor resultado de um piloto brasileiro no mundial da modalidade, o terceiro lugar na Itália, em 2016, Diego explica que é preciso um local específico e adequado para os treinos com a motocicleta, já que praticar manobras e acrobacias na rua é perigoso e proibido. Ao contrário de outros lugares, o Rio de Janeiro não conta com nenhum lugar específico para a prática do esporte.
Fica a dica então. Proprietário de uma pista de Whelling em Aurora, em Santa Catarina e com a experiência de quem leva o nome do Brasil para a maior competição da modalidade há anos, Diego pode aumentar a sua ligação com o Rio e, quem sabe com o Vasco. Desta ideia pode nascer a primeira pista de Whelling da cidade maravilhosa.
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