Categorias: Esportes

Amor pelo Whelling e paixão pelo Vasco. Sonho de criança realizado em cima da moto

Whelling e futebol. A paixão pela bola, por vezes incompreendida por quem não acompanha o esporte de perto, é amplificada por aqueles que praticam outras atividades, mas amam o esporte bretão. Afinal, é com a camisa de times de futebol que você vê pessoas frequentando lugares em todo o lugar do mundo. Atletas de outros esportes carregam no peito a paixão pelo clube de futebol de coração como se fosse um amuleto para a melhor sorte. Há, ainda quem carregue a marca na pele.

É o caso de Diego Cristian Mafra, brasileiro de Santa Catarina, piloto de Whelling, da modalidade Pro Freestyle Street Bike, que disputa neste mês o Campeonato Mundial, que será disputado na República Tcheca, nos dias 19, 20 e 21. Na modalidade, o piloto efetua manobras e acrobacias em cima da motocicleta em uma clara demonstração de força e equilíbrio. No coração, além do motociclismo, o amor pelo Vasco, com direito a uma tatuagem.

Diego ressalta que não há palavras para descrever a emoção de disputar um campeonato representando o Brasil. “Não tem como descrever a emoção de representar o Brasil em uma competição mundial. Desde 2013 que eu represento o Brasil. O único atleta indo representar o Brasil fora do país”. O sonho transformado em realidade veio de berço, já que Diego começou a dar os primeiros rolês com o pai, que sempre teve moto.

Whelling e Vasco da Gama

A emoção com a qual Diego fala de seu esporte só é comparada com a demonstrada quando ele cita seu time de coração, ao explicar que a paixão pelo Vasco vem de família, toda vascaína, apesar de morarem em Santa Catarina. Com orgulho do time de coração, revela um sonho. “A minha ligação com o Rio é o Vasco. Eu tive no Rio em 2018. Nunca fui em um jogo do Vasco no Rio. Espero que a gente dispute a Série A e eu possa ir em São Januário ver um clássico”.

Com a responsabilidade de quem é dono do melhor resultado de um piloto brasileiro no mundial da modalidade, o terceiro lugar na Itália, em 2016, Diego explica que é preciso um local específico e adequado para os treinos com a motocicleta, já que praticar manobras e acrobacias na rua é perigoso e proibido. Ao contrário de outros lugares, o Rio de Janeiro não conta com nenhum lugar específico para a prática do esporte.

Fica a dica então. Proprietário de uma pista de Whelling em Aurora, em Santa Catarina e com a experiência de quem leva o nome do Brasil para a maior competição da modalidade há anos, Diego pode aumentar a sua ligação com o Rio e, quem sabe com o Vasco. Desta ideia pode nascer a primeira pista de Whelling da cidade maravilhosa.

Posts Recentes

Feira de vinhos agita o Rio

Às vésperas da Semana Santa – quando o consumo de vinhos aumenta no país –,…

14 horas atrás

A frustração de Pedro Paulo

Por Nelson Lopes Aliado "zero-um" de Eduardo Paes, o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) se frustrou…

18 horas atrás

Prefeitura de Levy Gasparian inicia obra de expansão em ciclovia

A Prefeitura de Levy Gasparian, na Região Serrana, em parceria com o empresário local Maicon…

18 horas atrás

Programa Território Ancestral é lançado em Mangaratiba

A Prefeitura de Mangaratiba, por meio da Secretaria de Assistência Social e da Subsecretaria de…

18 horas atrás

Agricultura de Casimiro de Abreu recebe mais incentivo

A agricultura de Casimiro de Abreu, cidade do Leste Fluminense, deu um passo importante rumo…

19 horas atrás

Pedalada Inclusiva celebra o Dia Mundial do Autismo em Búzios

Neste sábado (5), a Secretaria da Pessoa com Deficiência de Armação dos Búzios promoverá a…

19 horas atrás