Wilson Witzel será candidato ao governo do Rio. Crédito: Reprodução
O ex-governador Wilson Witzel, que ingressou no Partido Democrata, antigo PMB, para tentar se eleger novamente governador, pode ficar sem a legenda. Ele assumiu o compromisso de ajudar no fundo partidário para o partido, mas até agora não contribuiu com nada. Witzel se instalou na sede do partido com três assessores, pastores evangélicos, mas pode ser despejado em breve por correligionários que não estão satisfeitos com a falta de compromisso do ex-governador.
Se for confirmado no cargo até o final do ano, como sinaliza o STF, o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, pode tentar manter a neutralidade e o distanciamento que tem tido dos políticos. Isso vem tirando o sono de deputados estaduais da bancada governista. Esta semana, Couto exonerou vários funcionários ligados diretamente ao ex-governador Cláudio Castro. Os próximos alvos podem ser os apadrinhados dos políticos que têm cargos no governo a poucos meses das eleições. O governador já pediu a todos os órgãos estaduais a lista dos funcionários comissionados.
Os deputados Anderson Moraes e Douglas Ruas, ambos do PL, não perderam tempo. Anderson percorreu 82, quando era secretário estadual de Ciência e Tecnologia. Ruas, como secretário estadual de Cidades, foi a 85 municípios fluminenses. Levaram obras e serviços do governo e terão seus nomes lembrados na hora certa.
O governador em exercício Ricardo Couto sancionou a Lei que cria a Política Estadual de Conscientização sobre o Uso Excessivo de Dispositivos Eletrônicos. A iniciativa inédita é de autoria do deputado Arthur Monteiro (Solidariedade) e visa educar a população sobre os impactos negativos do uso inadequado do celular na saúde mental e física, especialmente entre crianças e adolescentes.
Estabelecimentos flagrados com cobre oriundo de fios de concessionárias de serviço público poderão ser interditados no Estado do Rio de Janeiro. A medida está prevista na lei, de autoria do deputado Cláudio Caiado, sancionada pelo governador em exercício, Ricardo Couto. A lei também estabelece que a interdição definitiva poderá ocorrer em caso de reincidência.
A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que prioriza a flexibilização da jornada de trabalho, sem redução salarial, para empregados com filhos, enteados ou menores sob sua responsabilidade legal diagnosticados com câncer. A medida deverá ser formalizada por meio de acordo individual entre empregador e empregado.
“Fui arrastada para um lamaçal que não me pertence. A exposição de minha vida privada foi uma covardia e um pesadelo. Não ganhei mansão, carro, barco. Fui vítima de um linchamento virtual após a prisão dele”, de Martha Graett, influenciadora e ex-noiva de Daniel Vorcaro, sobre a fraude dos R$ 50 bilhões do Master.
A grande discussão desta semana entre Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab é definir quanto vai custar ao PSD a campanha do ex-governador. O entorno do presidenciável sabe que não tem como alcançar os R$ 100 milhões (ou mais) de Lula e Bolsonaro em 2022. Insuficiente pode ser considerada a faixa de Simone Tebet, Soraya Thronicke e Ciro Gomes há quatro anos (entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões). Em 2018, Henrique Meirelles deu do próprio bolso R$ 54 milhões para sua campanha presidencial.
Kassab quer que Caiado saia em campo buscando doações para sua campanha, especialmente no agronegócio. Caiado está mudando para o apartamento das filhas em São Paulo e fará da cidade o QG da campanha presidencial.
Em viagem à Indonésia, há seis meses, sem nenhuma preocupação ou até festejo, Lula definiu e surpreendeu: “Vou disputar um quarto mandato no Brasil”. Foi em uma coletiva com Prabowo Subianto, presidente indonésio. Agora, andou dizendo que a candidatura é “incerta” (pode estar procurando substituto para cair fora). A declaração de Lula de que sua candidatura depende de aprovação em convenção do PT, em junho, soa para analistas “tão autêntica quanto uma nota de 3 reais”. Afinal, ele é o PT — e o partido não decide, obedece.
Os gastos do governo superaram, no final da semana passada, R$ 1,5 trilhão em 2026, segundo a plataforma Gasto Brasil, da Associação Comercial de São Paulo e da Confederação de Associações Comerciais e Empresariais do Brasil. O governo federal é responsável pela maior parte das despesas: R$ 620 bilhões. Os 27 governos estaduais custaram R$ 432 bilhões e as mais de 5,5 mil administrações municipais, R$ 476 bilhões.
O Impostômetro registra que foram tomados mais de R$ 1,1 trilhão em tributos dos pagadores de impostos, rombo de mais de R$ 400 bilhões. Os gastos do governo federal com pessoal e encargos somam R$ 80 bilhões. É a maior conta bancada pelo contribuinte. O Ministério Público Federal consumiu R$ 2 bilhões com pessoal; o Legislativo, R$ 1,2 bilhão; e o Judiciário, R$ 43 bilhões.
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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
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