*Por Guilherme Schleder
Fala, galera!
Esse ano, completamos uma década dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Um evento que impactou milhares de cariocas com melhorias no sistema de transporte, novas áreas de lazer e instalações esportivas de excelência.
Um exemplo do legado deste megaevento é o Velódromo do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, que não recebe apenas ciclistas. Suas instalações, administradas pela Prefeitura do Rio, via Secretaria Municipal de Esportes, se tornaram centro de referência de treinamento para diferentes esportes. Um deles é o levantamento de peso.
Em fevereiro, quatro atletas da seleção da Bélgica realizaram um intercâmbio técnico e esportivo com brasileiros. E duas atletas que treinam por lá foram convocadas para representar o Brasil nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, em abril, no Panamá.
A Sophia Massing e a Maria Clara Ribeiro, ambas de 16 anos, treinam de segunda a sexta no Velódromo. A convocação para os Jogos Sul-Americanos da Juventude foi a coroação do trabalho realizado sob a orientação do técnico Diego Teixeira. Nos treinos, elas contam com equipamentos usados nas provas de levantamento de peso dos Jogos Rio 2016, cedidos por empréstimo pela Marinha do Brasil.
Esse sempre foi o objetivo do projeto Rio 2016: que o legado permanecesse vivo. Hoje, o Velódromo cumpre papel estratégico no fortalecimento do esporte nacional, contribuindo para a formação de novos talentos e recebendo atletas estrangeiros para intercâmbios.
Nas próximas décadas, a história olímpica do Rio de Janeiro continuará sendo contada e vivida. Talentos que mal eram nascidos quando os maiores atletas do planeta estiveram por aqui, hoje se tornam os novos nomes do esporte nacional. Uma realidade que nos enche de orgulho e mostra que tudo valeu a pena.
Até a próxima!

*Guilherme Schleder é secretário de Esportes do Município do Rio de Janeiro
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