O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira.
*Por Paulo Marinho
Tenho admiração por Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, que faz um trabalho honesto, transparente e equilibrado, o que o faz longevo entre aqueles técnicos que até hoje dirigiram a agremiação que tem como presidente uma mulher aguerrida, discreta e respeitada.
Por muito tempo acompanhei o Palmeiras através da família Da Guia, cuja grande atração era meu amigo Ademir da Guia, desde Bangu, morador na rua Sul América. Naquele tempo, Oswaldo Brandão, saudoso, comandava a famosa “Academia”, com o mesmo dinamismo do atual técnico Abel Ferreira, que dirige este time com uma aplicação tática perfeita. Não tem um extra série, mas disciplina.
Sugiro que os Instituto de pesquisas possam fazer avaliações junto a população para medir a popularidade dos congressistas que creio não representam o povo diante das excrescências que cometem a cada dia aumentando com emendas, auxílios paletó e outras manifestações que vão contra o desejo do povo.
Povo este que precisa de um puxão de orelhas ao votar nestes gananciosos políticos que vez sim, vez também, se envolvem em temerosas transações delituosas. Uma vergonha. Além deste desatino, para que mais 18 deputados federais. O povo não gostou desta decisão. Quem e que vai pagar por isso?
Como frequentador assíduo das atividades culturais e palestras da Academia Brasileira de Letras (ABL) durante muito tempo, das diversas, gostei na última terça-feira da palestra do presidente da entidade, Merval Pereira, com a mediação do professor Arnaldo Niskier, onde contou toda sua vida iniciada no jornalismo até os dias de hoje.
Merval, aos 75 anos, com 18 anos começou a trabalhar, empurrado pelo pai. Passou por todas as editorias e outros jornais. Maravilha, pois tenho profundo respeito pelo Merval. Sempre educado comigo.
Fiz este longo preâmbulo para mostrar incluindo no relato da sua carreira, que jornalistas se permitiam para encontros com bicheiros, policiais e banqueiros de bichos com quem diante das dificuldades financeiras, trocavam cheques ficando reféns em muitos casos.
A lista de Castor de Andrade mostrou essa indecência, nela constando jornalistas, radialista e até a saudosa jogadora de vôlei Isabel. Sugiro você, Merval, incluir esse relato durante suas eventuais palestras e os gestos do Dr. Roberto Marinho, com Dacio Malta e Rodolfo Fernandes, ambos colhidos em cargos de destaque em O Globo, apesar de seus pais ideologicamente pesavam diferente.
Por hoje é só. GARCIA DUARTE, rádio Tupi. Um abraço. JOSÉ CARLOS ARAÚJO, cautela. FABIO RIOS, operador de áudio. Cuidado.
*Paulo Marinho é jornalista, apresentador do programa 100% Educação que vai ao ar segunda a sexta-feira, das 08 às 12h.
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