Quarenta e quatro conselheiros vão representar a sociedade civil e o poder público nos próximos dois anos.(Iago Campos/Prefeitura do Rio)
O vice-prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, empossou na última quarta-feira (26), no Palácio da Cidade, os 44 novos conselheiros titulares e suplentes do Conselho Municipal de Favelas (COMFAV). A cerimônia contou com a presença da subprefeita dos Grandes Complexos, Marli Peçanha, e do secretário de Coordenação Governamental, Edson Menezes. Os conselheiros representarão a sociedade civil e o poder público pelos próximos dois anos.
Criado em 2021, o COMFAV é um espaço inédito de participação social no Brasil e tem como objetivo auxiliar na formulação e no aprimoramento de políticas públicas voltadas a favelas e comunidades. Segundo Eduardo Cavaliere, o Conselho é estratégico para ampliar o alcance das ações municipais.
“Este não é um espaço para problemas específicos de uma comunidade. É muito importante que cada conselheiro se sinta parte do todo, para construirmos políticas públicas que tenham capacidade de atender todo mundo em larga escala”, afirmou.
O colegiado reúne associações de moradores, conselhos comunitários e organizações não governamentais com atuação comprovada em territórios periféricos, além de representantes de diversas secretarias e órgãos municipais. O COMFAV é presidido por Marli Peçanha e tem como secretária-executiva Janaina Marcia Garcia, da Subprefeitura dos Grandes Complexos.
Para Marli Peçanha, o Conselho fortalece o diálogo e oferece ao município uma visão direta das necessidades das comunidades. “O COMFAV é um projeto de escuta, que discute os territórios e veio para ajudar o prefeito a governar a cidade, apontando o que tem de prioridades nas favelas. Os conselheiros são os olhos do prefeito para trazer as dificuldades e para que a gente possa trabalhar para resolvê-las”, declarou.
O secretário de Coordenação Governamental, Edson Menezes, destacou que o diálogo com a população promove resultados concretos. Ele citou como exemplo a transformação da Comunidade do Aço.
“Um lugar que tinha uma realidade esquecida aos olhos do poder público, em que as pessoas moravam em situação degradante, e hoje cada um tem o seu apartamento e a sua dignidade”, afirmou.
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