Hospital em Duque de Caxias passou a oferecer cirurgia bariátrica. Foto: Divulgação/Prefeitura
O Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em dois anos de municipalização, ampliou os atendimentos de 8 mil para mais de 15 mil por mês. Atualmente, a unidade está passando por reformas e recebendo novos equipamentos por parte da prefeitura.
A unidade vem passando por uma reforma geral e os pacientes já encontram diversos setores reformados e humanizados na unidade, como o Centro Obstetrício, a sala de Pronto Atendimento, a Ortopedia, Sala Intermediária e Vermelha, a Emergência Pediátrica e a Adulta, bem como as enfermarias, entre outros. Está prevista ainda para este ano a ampliação do CTI e da UTI Neonatal.
O número de leitos também aumentou, passando de 360 para 444. Outra modificação implantada na fase de municipalização foi a criação do serviço de ressonância magnética, que ajudou a agilizar os diagnósticos. O Centro de Imagem também foi beneficiado com a aquisição de um tomógrafo computadorizado de 160 canais e Raio-X digital.
“Antes a equipe de Neurocirurgia de trauma tinha que mandar fazer o exame fora. Agora, mesmo um caso de alteração de crânio que precisa de diagnóstico de imagem, o resultado sai no mesmo dia”, afirma o diretor médico do hospital, Thiago Resende.
Entre novos serviços implantados nessa nova fase do hospital, está o de cirurgia bariátrica. O procedimento tem ajudado a recuperar a saúde e a qualidade de vida de pacientes com obesidade mórbida. Desde o início desse programa, mais de 300 pacientes já foram operados com sucesso.
“A obesidade só cresce no mundo todo e esse é um fato bastante alarmante. A cirurgia bariátrica é uma alternativa em casos extremos, mesmo porque o ideal é que seja revertida na atenção básica. Para quem não consegue emagrecer através de outros métodos, é uma solução que tem recuperado a qualidade de vida dos pacientes”, conta do diretor geral, Luca Freire.
O hospital realiza atualmente cerca de 20 cirurgias bariátricas por mês, mas a expectativa é de dobrar o número ainda este ano. Mas a introdução do procedimento só foi possível graças a investimentos feitos na unidade. O novo tomógrafo, com capacidade para pessoas de até 315 quilos, foi fundamental para a realização do serviço, bem como a ampliação da capacidade de realização de cirurgias, com o aumento de 9 para 12 salas (10 do Centro Cirúrgico e 2 do Centro Obstétrico).
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