Norte Fluminense

Secretaria de Agricultura do Rio mantém vigilância contra pragas da citricultura

A Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado Rio de Janeiro, por meio da Defesa Agropecuária, encerrou o ano 2023 com a atenção voltada para a manutenção da sanidade dos parques citrícolas fluminenses, que vêm nos últimos anos mostrando um aumento nas renovações de áreas plantadas. Por isso, equipes tem buscado medidas para controlar as pragas.

O Estado que tem a cultura dos citros como uma das mais tradicionais, tem também uma enorme preocupação de manter os status sanitários alcançados de “UF sem ocorrência de pragas” como o Cancro Cítrico e o Greening, os principais limitantes da atividade na atualidade, e que já ocorrem em estados vizinhos como Minas Gerais e São Paulo, principais fornecedores de material de propagação aos produtores do Rio de Janeiro.

“Precisamos agir para evitar qualquer tipo de ocorrência que prejudique a citricultura fluminense, cujo ponto forte é o Norte Fluminense. A equipe de Defesa Agropecuária vem realizando constantemente diversas ações de vigilâncias nas regiões produtoras do estado para impedir que a doença destrua a produção. É importante deixar registrados que todos os produtores, principalmente os citricultores, devem estar atentos as medidas de prevenção ao combate da doença para contenção da disseminação”, ressalta o secretário de Agricultura, Dr. Flávio.

Secretaria de Agricultura intensifica vigilância

Segundo o coordenador Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, Ilso Lopes, a Defesa Agropecuária tem intensificado as operações de vigilância fitossanitária. Ações como a realização de levantamentos fitossanitários, fiscalização do trânsito de vegetais, orientação em relação a aquisição de mudas certificadas e combate ao comércio ambulante de mudas estão sendo realizadas com maior frequência.

“É importante que todos estejam atentos e colaborem com o trabalho de prevenção da introdução destas pragas relevantes para a citricultura aqui no estado do Rio de Janeiro, evitando a compra de mudas sem origem e condição sanitária desconhecidas, denunciando a presença do comércio clandestino e buscando orientação”, comentou o coordenador Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, Ilso Lopes.


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