Por Nelson Lopes
Eduardo Paes observa com tranquilidade os recentes fatos que mostram Flávio Bolsonaro ainda mais enrolado com o banqueiro Daniel Vorcaro. Nesta semana, o filho de Jair Bolsonaro admitiu que esteve com o dono do Master na semana posterior à sua soltura, em novembro. Não pegou bem dentro e fora da bolha bolsonarista. Isto, obviamente, atinge a campanha de Douglas Ruas no Rio.
Com o enfraquecimento do seu principal padrinho político, Ruas sente o desgaste, enquanto Paes viaja pelo interior e reforça o vínculo com o agro fluminense. O clima é de tranquilidade no PSD, partido de Paes.
Mas, existem outros elementos…
A percepção da equipe de marketing da campanha do ex-prefeito é a de que denúncias contra o governo e Lulinha, o filho de Lula, o atingem muito pouco. Em paralelo, toda ação contra membros do PL vai na veia de Ruas.
E é nesta equação que entra o ex-governador Cláudio Castro. Alvo de operação da Polícia Federal na semana passada, agora ele vê a sua candidatura em xeque. Castro era tido como o principal nome que peregrinaria o interior ao lado de Douglas Ruas…
Já tem quem se arvore
No PL, nem é preciso dizer, já tem quem cobice a vaga de Castro. Sostenes Cavalvante, Carlos Jordy e Carlos Portinho são vistos como nomes fortes.
Mas, tem quem defenda que Felipe Curi, do PP, seja o pinçado para substituir Castro.
A propósito
O polêmico filme Dark Horse, cinebiografia de Bolsonaro, pode não sair. Não em setembro, como está programado. Tem quem defenda no PL que o longa metragem só saia após as eleições.
É que a polêmica às vésperas do pleito pode abalar a popularidade de Flávio…
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