Tá na mesa

Rio Scenarium antecipa Dia da Cachaça

Um dos mais tradicionais símbolos da cultura brasileira ganha uma celebração especial no Centro do Rio. Para marcar o Dia Nacional da Cachaça, comemorado oficialmente em 13 de setembro, o Grupo Scenarium se une à Cachaça Magnífica em uma ação que antecipa os festejos neste sábado, dia 12, nas três casas do grupo: Rio Scenarium, Mangue Seco e Santo Scenarium.

Durante a ação, os clientes que pedirem uma Caipirinha Magnífica ganharão uma garrafinha de 50 ml de Cachaça Magnífica para levar para casa. O brinde é limitado a uma unidade por pessoa e estará disponível enquanto durarem os estoques.

Ao todo, serão distribuídas 360 miniaturas. Cem estarão disponíveis durante o tradicional Samba & Feijoada do Rio Scenarium, outras 100 na programação noturna da casa, além de 100 no Mangue Seco e 60 no Santo Scenarium.

No Rio Scenarium, a comemoração começa ainda na hora do almoço. A casa abre às 12h para mais uma edição do Samba & Feijoada, programa que combina dois clássicos da cultura carioca: comida brasileira e samba ao vivo.

Das 13h às 16h, o público poderá aproveitar o buffet de feijoada à vontade, acompanhado de opções veganas, como tofu com legumes e penne ao molho pomodoro. A música fica por conta de Dandara Alves, que leva ao palco um repertório de samba e música brasileira.A programação musical segue até as 17h.

À noite, a celebração continua no Rio Scenarium, com uma programação musical que reúne shows de Renata Jambeiro, Sarah Sih e  DJ Gustavo Jr. Nos restaurantes Mangue Seco e Santo Scenarium a ação é válida durante todo o horário de funcionamento.

Serviço – Dia Nacional da Cachaça
Data: sábado, 12 de setembro de 2026
Ação: na compra de uma Caipirinha Magnífica, o cliente recebe uma garrafinha de 50 ml de Cachaça Magnífica
Limite: 1 unidade por pessoa, enquanto durarem os estoques


Domingo de Carimbó no Pescados

O bar e restaurante de culinária paraense Pescados na Brasa, no bairro do Riachuelo, promove neste domingo (13), a edição de setembro do tradicional carimbó na rua, que é fechada para lazer aos domingos. Às 11h começa a movimentação para receber, até às 18h, as atrações do dia: Kianda, Afroribeirinhos e DJ Dan.

Além dos peixes na brasa, há opções como Pato no Tucupi (R$ 189,90, para 2 pessoas) e Ver-o-Peso (pescada amarela frita ao molho escabeche, preparada com molho de tomate artesanal, enriquecido com lula, polvo e camarão, finalizado com coentro fresco, acompanha arroz branco e farofa (R$ 185,90, serve 2 pessoas), que estão no menu fixo da casa. 

As comidas típicas como vatapá paraense (feito com azeite de dendê, farinha de trigo, camarão seco e leite de coco, R$ 39,90), maniçoba (feita com a folha da maniva com defumados de uma feijoada tradicional, servida com arroz e farinha de mandioca, a “feijoada paraense” – R$ 45,90), tacacá (tradicional tacacá, feito com tucupi, jambu, camarão seco, goma de tapioca, R$ 35,90) e açaí, também podem vir reunidas em pequenas porções no menu degustação (R$ 124,90). Neste dia, também ficam disponíveis numa barraquinha na calçada, em porções individuais (a partir de R$ 20).

A carta de coquetéis é cheia de ingredientes típicos, “para deixar de pavulagem”. São cinco sabores arretados de caipirinhas, como tangerina, taperebá e pimenta de tucupi, batizado de No tucupi é refresco; limão e rapadura; maracujá e graviola; e cachaça de jambu, limão e tintura de priprioca (R$ 28,90, cada). Entre os drinques autorais, destaque para o cupuaçu amigo (gim, suco de cupuaçu, limão e doce de cupuaçu – para comer ou misturar de colher, R$ 36,90), uma releitura do clássico caju amigo, e para o refrescante Treme Treme, uma mistura de cachaça de jambu com limão e água tônica (R$ 29,90), que tem ainda a dormência das folhas de jambu. Já o Carimbó, leva gim, xarope de açaí, água tônica e espuma de gengibre com hibisco em pó (R$ 36,90). 


Tem feijoada e samba no Beco do Rato

Todo fim de semana a tradicional casa de samba Beco do Rato, na Lapa abre mais cedo, a partir das 12h, com uma programação intensa de samba e diversas opções de almoço e comidinhas, com aquele clima de fim de semana purinho. Entre os pratos populares do cardápio estão feijoada (R$ 49), filé de coxa com fritas (R$ 40) e macarrão à bolonhesa (R$ 34,90), além de alternativas para quem prefere petiscar ou até um sanduba, como o de linguiça mineira especial com queijo e molho à vinagrete (R$ 22).

A casa também oferece caldos que fazem referência à cozinha brasileira e às raízes mineiras do Beco do Rato: feijão amigo (R$ 10), caldo de mocotó (R$ 15) e o caldo “camarão que dorme” (R$ 19). A programação reúne gastronomia, cerveja gelada, caipirinhas e coquetéis clássicos e autorais, com muito samba, em um dos endereços mais emblemáticos do samba carioca.

Neste dia 12, quem abre a roda é o grupo Nó na Madeira, com repertório dedicado ao samba de raiz. À noite, a programação continua com Yago Costa, às 19h. O cantor vem se destacando na cena do samba e mantém uma relação frequente com o Beco do Rato, onde já se apresentou em diferentes ocasiões.

Às 22h40, é a vez de Nego Álvaro, cantor, compositor e percussionista que tem sua trajetória construída em diversas rodas de samba do Rio. Criado na Zona Oeste, começou a tocar pandeiro ainda criança e passou por importantes espaços e rodas do samba carioca, como os grandes Cacique de Ramos e Samba do Trabalhador, de Moacyr Luz. Também teve uma parceria marcante com Beth Carvalho e foi indicado três vezes ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Samba/Pagode.

Já neste domingo, 13, a partir das 16h, a Banda Beco do Rato assume a roda de samba da casa. O grupo representa a identidade musical do próprio espaço, que ao longo de sua trajetória recebeu nomes importantes do samba brasileiro e se tornou ponto de encontro entre artistas consagrados e novos talentos.

A sugestão de almoço e samba aos fins de semana integra a agenda do Beco do Rato, que funciona na Lapa desde 2005 e se consolidou como um dos espaços de referência do gênero na cidade. A roda de samba da casa foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Município do Rio de Janeiro em 2023, reconhecimento que reforça a importância do espaço para a preservação e a circulação do samba carioca.


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