O deputado Dionísio Lins. Crédito: Divulgação
Tramita na Alerj o projeto de lei número 8177/2026, assinado pelo deputado Dionísio Lins (PP), que altera o transporte escolar no Estado. Segundo a proposta, os estabelecimentos de ensino públicos e privados deverão reservar um espaço interno para o embarque e desembarque dos estudantes. Segundo o parlamentar, a medida vai garantir mais organização e proteção às crianças e adolescentes, mantendo-os longe dos perigos de ruas, travessias e calçadas.
O deputado Renato Miranda (PL) é o autor do projeto de lei que inclui as pessoas com doenças raras, idosos e pessoas com deficiência entre os beneficiários do programa de vacinação domiciliar. O parlamentar argumenta que essas pessoas têm dificuldade de locomoção e necessitam desse serviço.
O deputado Jair Bittencourt (PL) defende o passe livre nos transportes públicos estaduais e municipais para atletas entre 14 e 17 anos registrados em clubes e na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A medida, segundo o deputado, reduzirá as faltas aos treinos e servirá de incentivo para a prática e desenvolvimento do esporte.
Acordo firmado pelo Colégio de Líderes da Alerj vai concentrar os projetos mais importantes e polêmicos num mesmo dia da semana, onde o quórum mínimo da sessão será garantido. Assim, os deputados ficam com mais tempo livre para dedicar às suas campanhas eleitorais sem prejuízo das votações em plenário, explicou um dos membros do colegiado.
Mulheres empreendedoras poderão ter lugar garantido em feiras e exposições no Estado. Projeto de lei assinado pelo deputado Felipinho Ravis (PP), em tramitação na Alerj, a reserva de 30% do espaço para mulheres empreendedoras.
“Não dá para pensar em 2030, está muito distante, tem muita água para rolar. A gente tem que superar 2026. Ganhando a eleição aqui, temos um mandato a fazer, resultados precisam ser apresentados. Não sabemos como vai estar lá na frente”, de Tarcísio de Freitas, ainda magoado com Bolsonaro por não tê-lo escolhido para disputar a Presidência.
Ministros do TSE já perceberam um movimento coordenado de ataques ao sistema eleitoral em meio às filiações fraudulentas de candidatos, que atingiram Lula e Flávio Bolsonaro. As ameaças são produzidas por aliados do candidato do PL à Presidência. Para integrantes da Justiça Eleitoral, é preciso rebater qualquer tipo de desinformação e reforçar que as urnas são mais do que confiáveis. O presidente do TSE, Nunes Marques, tem repetido que defenderá o modelo vigente sempre que ele for atacado.
Há poucas semanas, o governo de Lula passou da marca bilionária de despesas com viagens, em 2026. O presidente petista e companhia já conseguiram torrar mais de R$ 1,15 bilhão. São R$ 499 milhões com passagens aéreas e, principalmente, mais de R$ 650 milhões em diárias distribuídas a funcionários. Quase R$ 148 milhões foram destinados a viagens internacionais, que representam 13% do total.
A ministra Márcia Lopes (Mulheres) é quem mais custou aos contribuintes com viagens, R$ 445 mil, aponta o Portal da Transparência. Já o ministro Eloy Terena (Povos Indígenas), segundo maior gasto com viagens do governo do PT, no ranking da Transparência, soma R$ 355,6 mil. “Outros gastos” somam R$ 7 milhões. É o custo de taxas, seguros e outros. As despesas de Lula e Janja são mantidas em regime confidencial.
Enquanto Lula diz ter orientado o filho Lulinha a se apresentar à Justiça para responder sobre os rolos dos quais é acusado pelo Supremo, na condição de alvo de três inquéritos da PF, ele não cogita retornar ao Brasil tão cedo, com medo de ser preso. Ou seja: só se apresenta à Justiça se tiver a garantia de que não será preso e poderá pegar o primeiro avião de volta para Madri, blindado para que a PF não bata à porta às 6 horas da manhã.
Lulinha sabe que terá muito a explicar: são três inquéritos com suspeitas graves, como tráfico de influência e corrupção. Na reunião de três horas com o advogado de Lulinha, não foi Lula quem tocou no escândalo do filho, foi o advogado. O advogado de Lulinha não deve ter muito a fazer: ele e Marco Aurélio Carvalho, que também coordena a campanha de Lula em São Paulo. Fernando Haddad, escalado por Lula para encarar Tarcísio de Freitas, também estava na reunião do Alvorada.
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A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
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