O deputado André Ceciliano, presidente da Alerj. Crédito: Rafael Wallace / Alerj
Este ano a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) economizou R$ 500 milhões do seu orçamento e parte desses recursos foram doados para as áreas de segurança e saúde do estado, instituições de ciência e tecnologia e municípios em estado de calamidade pública, como Petrópolis, que sofreu com as chuvas do início do ano.
Esta semana, o presidente da Alerj, o deputado André Ceciliano (PT), conseguiu autorização dos líderes da Casa para mais uma rodada de doação do dinheiro economizado: serão repassados R$ 8,5 milhões ao Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio ). O hospital é referência no tratamento do HIV.
Enquanto o secretário estadual de Governo, Rodrigo Bacellar (PL), ainda articula sua candidatura a presidente da Alerj, o irmão dele, o vereador Marquinho Bacellar (Solidariedade), já foi eleito para a presidência da Câmara Municipal de Campos. Rodrigo Bacellar (PL) é tido como favorito na disputa pela presidência da Alerj, contando com o apoio direto do governador Cláudio Castro.
O deputado estadual Anderson Alexandre (SDD) insiste para que o governador Cláudio Castro (PL) leve para Araruama, na Região dos Lagos, o programa Segurança Presente. Ele também apelou para o secretário de Governo, Rodrigo Bacellar (PL).
A Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos, aprovada na Câmara em 2015, continua na gaveta do Senado e não deve ser votada este ano. Se a PEC estivesse em vigor, o adolescente que matou quatro pessoas, incluindo uma criança e feriu outras 12 em Aracruz (ES) seria condenado a pelo menos 120 anos de cadeia. Como menor de idade, ele só foi condenado a três anos de internação: quando sair terá ficha limpa e ninguém terá o direito de saber seu nome.
No recente jantar oferecido a parlamentares do PL, com direito à presença de Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, presidente do partido, contava numa roda sobre os contatos que teve com o ex-ministro Eduardo Pazuello (PL). Chamou-o de “peça raríssima” e confessou seu espanto por Pazuello ter sido o segundo deputado federal mais votado do estado do Rio de Janeiro com 205 mil sufrágios, “mesmo com o presidente ajudando”.
Nicolás Maduro, ditador da Venezuela e muito amigo de Lula, não virá ao Brasil para a posse do petista. Bolsonaro recusou pedido do grupo de transição para revogar a portaria para que Maduro possa viajar para o Brasil e participar da posse.
Quem intermediou as ligações e ouviu o “não” de representantes do atual governo foi o vice Geraldo Alckmin. Detalhe: muitos aliados de Lula respiram aliviados. Grande grupo era contra a vinda do venezuelano.
A coluna Capital Político é escrita por Sidnei Domingues, jornalista, advogado e apresentador de TV e Sérgio Braga, jornalista e colunista político.
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