Marcello Barbosa e o secretário de Esportes, Guilherme Schleder.
Tem craque de volta ao time da gestão municipal do Rio de Janeiro. Conhecido por seu trabalho ímpar à frente de diversos projetos esportivos na cidade maravilhosa, Marcello Barbosa retorna à Secretaria de Esportes como Subsecretário.
Subsecretário de Esportes de Eduardo Paes desde 2021, o professor Marcello Barbosa retorna ao cargo após sair em 2024 para se candidatar a vereador. Então, mais uma vez, o Rio tem a seu dispor as qualidades deste gestor que tem quatro especializações na área esportiva e mestrado em projetos sociais.
Marcello retorna com a missão de desenvolver novos projetos e políticas públicas na área do esporte e da atividade física. Ele deseja ainda validar e apoiar as ações e programas já existentes, sob o comando do secretário Guilherme Schleder.
Em entrevista com Marcello a equipe do Conexão Fluminense falou sobre esporte de alto rendimento, inclusão social, transformação através do esporte, além de outros assuntos.
CF – Qual a sua expectativa para este novo trabalho na Subsecretaria de Esportes do Município do Rio de Janeiro?
MB – A minha pasta terá uma atuação no desenvolvimento de projetos e programas relevantes para a qualidade de vida da população do Rio de Janeiro, com a integração nas áreas da saúde, da educação e da cultura. Vamos aperfeiçoar e qualificar os programas já existentes através de evidências científicas e potencializar tanto o esporte de base, que proporciona o acesso e a iniciação à atividade física, quanto o esporte de alto rendimento, que busca o desenvolvimento de atletas de ponta.
CF – Como subsecretário de Projetos de Pesquisa e Ciências do Esporte como você vê o atual momento em relação a investimento em formação de atletas de alto rendimento?
MB – O desenvolvimento esportivo é um processo multifatorial que precisa de mapeamento, estratégias e investimento; e para que seja sustentável é fundamental que os suportes e recursos sejam oferecidos de forma coordenada desde a iniciação esportiva até o alto rendimento.
Precisamos de um alinhamento entre as organizações do esporte, com definições claras das responsabilidades e políticas públicas assertivas! É preciso conectar o poder público com as federações, ligas, clubes, escolas, universidades e instituições esportivas, traçar parâmetros, indicadores e objetivos comuns, gerando suporte e cooperação entre as partes.
CF – Na sua visão o que é preciso fazer para potencializar o poder de inclusão social e transformador do esporte?
MB – Primeiramente é garantir o acesso a atividades físicas e esportivas para todos, independentemente de qualquer condição ou limitação, o que, por si só, já é um grande desafio, dadas as características geográficas, diversidade cultural e desigualdades sociais da nossa cidade.
Novamente, é fundamental a integração entre o poder público e os entes esportivos para viabilizar programas e ações de amplo alcance que sejam sustentáveis de forma continuada, já que os benefícios do esporte só se consolidam com a prática constante e progressiva.
Também é preciso garantir a continuidade dos valores e experiencias adquiridas pelo esporte, através de uma rede de apoio que gere oportunidades de desenvolvimento pessoal para essa população. Não pode ser um processo estanque!
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