O Rio Open de Tênis teve apoio do Governo do Estado, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.
Um dos mais conhecidos torneios de tênis, o Rio Open movimentou cerca de R$ 130 milhões na economia do estado do Rio de Janeiro. A estimativa é da Delloite, empresa contratada pela organização do evento, que aconteceu durante nove dias até o último domingo (26), no Jockey Clube Brasileiro, na Zona Sul da capital fluminense, e recebeu cerca de 60 mil pessoas.
Governador do Rio, Claudio Castro assistiu às últimas partidas da competição e comemorou o resultado do evento para o estado. “Além de ser um grande evento esportivo, o Rio Open ajuda a fomentar a cadeia de turismo, hotelaria e lazer, gerando empregos diretos e indiretos. Com o sucesso da edição deste ano, o Estado do Rio de Janeiro sinaliza a retomada da credibilidade para sediar grandes competições”, disse.
O evento teve apoio do Governo do Estado, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Ao todo, o subsídio para o torneio foi de R$ 13,8 milhões. Secretário de Esporte e Lazer, Rafael Picciani reforçou a importância do investimento em eventos como esse.
“A Lei de Incentivo é um instrumento fantástico que o Governo do Rio disponibiliza, porque permite a viabilidade de grandes eventos e garante a fixação social das ações promovidas. A parceria com o Rio Open por meio dessa lei existe desde a sua primeira edição, e o legado deixado pelo torneio, ao longo desses 10 anos, é enorme”, afirmou.
O governo do estado contou com um espaço exclusivo no evento. O local virou palco da campanha “Chuva de Solidariedade”, do RioSolidario, para arrecadação de alimentos, água, material de limpeza e higiene pessoal para pessoas atingidas pelos últimos temporais.
Outra iniciativa beneficiou jovens do Complexo do Alemão, que puderam assistir, pela primeira vez, a uma disputa internacional de tênis. Segundo o governo, mais de 40 alunos do programa Favela Tênis foram convidados para conferir o evento.
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