Rio+Agro movimentou a cena agro nacional. Crédito: Divulgação
Por Marcos Vinicius Cabral
Personalidades importantes do setor agropecuário estiveram presentes no terceiro e último dia do Fórum Internacional do Desenvolvimento Agroambiental Sustentável (RIO+AGRO) nessa sexta-feira (3), no Riocentro, na Barra da Tijuca. O CONEXÃO FLUMINENSE conversou com alguns deles que deram soluções sustentáveis para o futuro do agronegócio, com oportunidades de integração e sociedade civil.
Autoridade portuária responsável pela gestão dos portos públicos do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o Porto do Rio de Janeiro, Porto de Itaguaí, Porto de Angra dos Reis, Porto do Forno e Porto de Niterói, a PortosRio marcou presença.
Representada pelo superintendente Eduardo Miguez, a PortosRio mostrou projetos de dragagem e modernização para competir com os maiores portos da América do Sul. Principalmente nas oportunidades oferecidas pelos portos de Itaguaí e Rio de Janeiro, como alternativa competitiva para o escoamento de cargas do agronegócio. Quem também esteve presente foi o Instituto Coalizão Rio, representada por seu presidente, Luis Claudio Souza Leão.
“Esse evento é muito importante na divulgação para o mundo a questão água ambiental. Atualmente o Brasil ocupa apenas 30% de seu território na produção, enquanto os Estados Unidos ocupam 60% e a Europa 100%. No entanto, o Brasil é a bola da vez na segurança alimentar, na segurança hídrica e na segurança energética. Acho que o agro precisa se comunicar melhor e o evento é a grande oportunidade nessa parceria que a gente fez com a Rede Globo de estar comunicando ao mundo o que é feito no agro brasileiro” disse Luiz Cláudio.
Já Miguez citou os portos de Itaguaí e do Rio de Janeiro e afirmou que a PortosRio vai contribuir com estudos de escoamento e proporcionar uma melhor competitividade no setor.
“Estamos aqui para mostrar ao público as possibilidades da PortosRio ser uma porta de entrada e de saída para o escoamento do agro nacional. Os portos do Rio de Janeiro, com ênfase no Rio de Janeiro e Itaguaí, são portos totalmente viáveis para poder escoar o agro do país. Estamos aqui para contribuir com estudos esse escoamento e proporcionando uma melhor competitividade e melhor custo no escoamento da produção”, enfatizou Miguez.
Presidente da Associação Brasileira de Energias Alternativas e Meio Ambiente (Abeama) e CEO da BR Solar, Ruberval Baldini citou a importância da energia solar, fenômeno proveniente da luz e do calor do sol de forma sustentável e renovável.
“A única forma do ser humano continuar a sua trajetória no planeta Terra no século 21 é usar energia solar. A afirmação não é minha, é de Herman Scherman, alemão que criou uma instituição para defender o uso da energia solar como a energia mais importante do planeta. As demais têm base na energia solar, inclusive o petróleo. O RIO+AGRO deveria se chamar RIO+AGRO+ENERGIA SOLAR. Eu não vejo o agro sem a energia solar”, finalizou.
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